terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Croácia adere à UE com abstenção de mais de metade do eleitorado



23/01 16:38 CET

Mais de 66% dos eleitores disseram “sim” à adesão da Croácia à União Europeia. A entrada do país deve ser formalizada no dia 1 de julho de 2013, depois de ratificada pelos 27 membros atuais.

O referendo de domingo foi aprovado com uma expressiva maioria e apoio de todos os partidos políticos. A única sombra foi o alto índice de abstenção. Só votaram 43,6% dos eleitores registados.

Na rua, há várias opiniões:

“-É bom que tenhamos votado a favor. Tenho seis filhos e penso que vão ter um futuro melhor, com uma formação adequada, por isso me parece tão positivo.”

“- Não temos outra opção, no entanto continuamos cépticos, é verdade”.

“- Acho que vamos ganhar muitas coisas boas com tudo isto. É evidente que também há aspectos negativos, mas é algo a que nos devemos habituar. Tudo depende principalmente de nós”

As longas e difíceis negociações entre a União Europeia e Zagreb começaram em 2005. Durante seis anos, Bruxelas negociou com o executivo conservador, mas o acordo de adesão acabou por ser assinado pelo governo de coligação de centro-esquerda.

O chefe do exectivo, Zoran Milanovic, está satisfeito:

“- Este é um momento crucial de nossa história, e seremos responsáveis pelas nossas decisões. Os sucessos e fracassos vão depender inteiramente de nós.”

Depois do que aconteceu com a Roménia e a Bulgária, a União está a exercer mais vigilância para manter a pressão sobre o futuro parceiro, pelo que se anuncia uma integração difícil.

Os indicadores económicos não estão no seu melhor momento. O crescimento está em marcha lenta, o salário médio é baixo, o desemprego ronda 18% e a dívida eleva-se a 102% do PIB.

Algumas razões que suscitam as críticas não dos euro céticos mas dos que acham que a Croácia necessita de mais tempo para se preparar para entrar no clube comunitário.

É o caso da deputada conservadora Ruza Tomasic:

“- Não estamos preparados para entrar na União Europeia. Devíamos ter melhorado a economia, aumentar primeiro as exportações, e só depois, entrar na União Europeia. A nossa economia está em más condições, as exportações afundam-se…vamos aderir à União Europeia de joelhos”

Os críticos são muitos. As razões divergem.

O argumento mais defendido é o da soberania: num país que ganhou, pela guerra, o direito à independência há 20 anos. Para os detratores, a adesão à UE é o mesmo que o regresso ao tempo da Jugoslávia.

Fonte: http://pt.euronews.net/2012/01/23/croacia-adere-a-ue-com-abstencao-de-mais-de-metade-do-eleitorado
Acessada dia 25 de janeiro de 2012


Croatas dizem sim à UE


23/01 09:54 CET

Vinte anos após a independência ex-Jugoslávia, a Croácia aprova a entrada na União Europeia.

Os resultados preliminares do referendo deram vitória ao “sim” por 66%, dos votos.

O tratado de adesão que a Croácia assinou em Dezembro terá agora de ser ratificado pelos 27 Estados-membros para que o país venha a integrar o grupo em Julho de 2013.

Com esta resposta, que obteve uma taxa de participação a rondar os 11,4 % quatro horas após o início da votação, abre-se a porta da União Europeia e os croatas recuperam a confiança.

Os responsáveis políticos dizem que se trata de um momento importante para o país. “Estou muito feliz porque daqui em diante a Europa será a minha casa”, regozijou-se o Presidente croata, Ivo Josipovic.

O grande entusiasmo da Croácia na integração, que subia aos mais de 80% em 2003, baixou durante as negociações que se arrastaram nos últimos seis anos, mas os desafios acabaram por ser superados.

Fonte: http://pt.euronews.net/2012/01/23/croatas-dizem-sim-a-ue/
Acessada dia 25 de janeiro de 2012

RESENHA:

                               Croácia: quase 9 anos de espera pela adesão a União Européia

Desde 2003 à Croácia luta pela adesão do país a União Européia. Agora que conseguiu a adesão, será que ela beneficiara-se? Pois, a União Européia está vivenciando, atualmente, um período de crise do bloco.

A Croácia fez o pedido de adesão à União Européia em fevereiro de 2003. A Comissão Européia acedeu a esse pedido, emitindo um parecer positivo em abril de 2004. Em junho do mesmo ano, o Conselho Europeu (os chefes de Estado e/ou governo da UE) concedeu à Croácia o estatuto de país candidato e estabeleceu uma data para o início das negociações para o processo de adesão, inicialmente previsto para o início de 2005, depois adiado para outubro do mesmo ano. Agora, vinte anos após a independência ex-Jugoslávia, a Croácia aprova a entrada na União Europeia. Os resultados preliminares do referendo deram vitória ao “sim” por 66%, dos votos. O tratado de adesão que a Croácia assinou em Dezembro terá agora de ser ratificado pelos 27 Estados-membros para que o país venha a integrar o grupo em Julho de 2013.

Muitos países europeus aderem a União Européia, por causa dos benefícios que os países aderidos possuem, tais como: Integração econômico-comercial (livre circulação de bens, serviços, capitais e trabalhadores entre os Estados-membros); Garantia de política externa e de segurança comum; Garantia de políticas de imigração e de cooperação judiciária e policial; Dentre outras... Por causa desses benefícios que a Croácia lutou durante quase 9 anos pela adesão ao bloco.

A economia da Croácia baseia-se fundamentalmente no serviços variados e indústria, notadamente dos setores químico, naval e metal-mecânico. O principais problemas enfrentados pela Croácia é o desemprego estrutural, as constantes reformas econômicas e o sistema judicial, que é antiquado, em especial no que diz respeito à posse das terras estatizadas no período comunista. Contudo, tais problemas vêm sendo alvo de grande mobilização no sentido de serem resolvidos por reformas legais ocorridas no âmbito das negociações para a entrada do país na União Européia. Atualmente, os indicadores económicos não estão no seu melhor momento. O crescimento está em marcha lenta, o salário médio é baixo, o desemprego ronda 18% e a dívida eleva-se a 102% do PIB.

Agora, após aprovada a adesão do país ao bloco europeu, a Croácia encontra-se dividida a respeito de sua adesão: há aprovações, “Estou muito feliz porque daqui em diante a Europa será a minha casa”, regozijou-se o Presidente croata, Ivo Josipovic. E há críticas, caso da deputada conservadora Ruza Tomasic,“ Não estamos preparados para entrar na União Europeia. Devíamos ter melhorado a economia, aumentar primeiro as exportações, e só depois, entrar na União Europeia. A nossa economia está em más condições, as exportações afundam-se…vamos aderir à União Europeia de joelhos”

Contudo, o principal problema da adesão é o de que a Croácia conseguiu aderir ao bloco num momento em que o mesmo encontra-se em crise, esta, causada pela crise da zona do euro e pela falta de coordenação política da União Europeia para resolver questões de endividamento público das nações do bloco. Problemas sócio-econômicos começam a atingir os países da União Européia, tais como: a fuga de capitais de investidores; a escassez de crédito; o aumento do desemprego; o descontentamento popular com medidas de redução de gastos adotadas pelos países como forma de conter a crise; a diminuição dos ratings (notas dadas por agências de risco) das nações e bancos dos países mais envolvidos na crise; a queda ou baixo crescimento do PIB dos países da União Européia em função do desaquecimento da econômica dos países do bloco; etc...

Assim, fica a reflexão: depois de quase nove anos tentando aderir á União Européia e agora conseguiu-o, será que no estado de crise em que o bloco encontra-se, valeu realmente á pena essa adesão?

Por: Caroline Freitas

Departamento de Justiça dos EUA autoriza aquisição feita pelo Google


02/12/2011 17h05 - Atualizado em 02/12/2011 17h05

O departamento de Justiça dos Estados Unidos aprovou que o Google faça a aquisição da companhia de publicidade on-line AdMeld. A entidade concluiu que o acordo não irá rebaixar a concorrência em um dos mercados mais lucrativos da internet.

A decisão foi anunciada nesta sexta-feira (2) e abre caminho para que o Google tome controle da companhia seis meses depois que as duas empresas concordaram com a compra.

É a quarta vez desde 2007 que o governo norte-americano avaliou de perto uma aquisição do Google para determinar se a compra iria reprimir a competição ou subir muito os preços.

O departamento de Justiça ainda avalia a proposta do Google de compra da Motorola Mobility em um acordo de US$ 12,5 bilhões.

O Google não revelou quanto está pagando pela AdMeld.

Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2011/12/departamento-de-justica-dos-eua-autoriza-aquisicao-feita-pelo-google.html 
Acessada dia 27 de janeiro de 2012

RESENHA:

A Google controla tudo?

A Google vem caminhando para se tornar a maior empresa do mundo, mas isso tem que ser feito de modo correto, por isso o governo dos EUA analiza cada empresa que é comprada, para determinar se está ocorrendo monopolio, que se caracterizaria pelo controle do mercado e assim podendo estipular o preço que fosse conveniente.

A preucupação da governo é algo bem positivo, mas tem outros olhares, pois a Google é uma das empresas que mais inova na atualidade e essas barreras poderiam impedir esse progresso.

Por: Lucas Nascimento

EUA barram carregamento de suco de laranja do Brasil


27/01/2012 16h02 - Atualizado em 28/01/2012 09h13

FDA impediu o desembarque de 11 carregamentos, sendo cinco do Brasil.
Testes mostraram presença do fungicida carbedazim, vetado nos EUA.

A Administração de Alimentos e Medicamentos dos EUA (FDA, na sigla em inglês) anunciou nesta sexta-feira (27) a retenção de carregamentos de suco de laranja do Brasil e do Canadá, que apresentaram resultado positivo para a presença do fungicida carbedazim, vetado nos EUA. Ao todo, a agência americana impediu o desembarque de 11 carregamentos, sendo cinco do Brasil e seis do Canadá.

Segundo a agência americana, os testes apontaram presença do fungicida em níveis acima do permitido pelos EUA.

Do total reprovado, o FDA deteve nove carregamentos. Os fabricantes de outros dois carregamentos suspenderam voluntariamente as importações. No caso do suco vetado, os importadores têm até 90 dias para retirar a mercadoria do país ou destruí-la.

O órgão também informou a aprovação de outros 29 carregamentos, que continham níveis do fungicida considerados seguros - abaixo de 10 ppb (partes por bilhão), dos quais 15 já foram liberados. Conforme o relatório do FDA, foram aprovadas amostras do México (14), Canadá (7), Brasil (2), Costa Rica (2), Belize (1), Honduras (1), Líbano (1) e Turquia (1).

Ao todo, o FDA informou ter coletado amostras em 80 carregamentos de suco de laranja. Na próxima semana, a agência deve divulgar os resultados dos testes realizados com o suco produzido nos EUA.

O uso da substância é proibido em produtos cítricos nos EUA, mas é permitido no Brasil e empregado no combate à 'pinta-preta', um tipo de fungo comum em pomares de laranja.

Suco brasileiro é de 'alta qualidade', diz CitrusBR
A CitrusBR, que representa as companhias brasileiras produtoras e exportadoras, informou que o presidente da entidade, Christian Lohbauer, encontra-se nos EUA, onde participa de reuniões com objetivo de resolver a questão.

"A CitrusBR reafirma a alta qualidade do suco brasileiro, um produto com mais de 40 anos no mercado internacional e que nunca passou por qualquer tipo de questionamento quanto à sua qualidade", informou a entidade, em comunicado.

Lohbauer se reuniu na quinta-feira (26), em Washington, com representantes da FDA, da Associação Americana dos Processadores de Suco da Flórida, do Departamento de Segurança Alimentar e Nutrição (CFSAN) e da Agência Ambiental Americana (EPA).

"As conversas giraram em torno das metodologias de teste para detecção de resíduos da substância carbendazim em suco concentrado (FCOJ) e suco não concentrado (NFC). Michael Landa, diretor do CFSAN, afirmou que todos os esforços serão voltados para apresentar uma resposta até o início ou meio da próxima semana", informou a CitrusBR.

Disputas comerciais
A venda de suco de laranja brasileiro nos EUA é alvo de críticas de produtores americanos (concentrados no Estado da Flórida) e já resultou em disputa comercial que levou ambos os países à Organização Mundial do Comércio (OMC).

Em 2008, o governo americano passou a aplicar medidas antidumping sobre o suco de laranja brasileiro, alegando que o produto era vendido nos Estados Unidos por um preço menor que no mercado brasileiro (o que caracterizaria dumping).

O Brasil, então, recorreu contra as medidas à OMC, que decidiu em favor dos produtores brasileiros. A questão foi resolvida em junho de 2010, quando os EUA desistiram de apelar de decisão.

Fonte: http://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/2012/01/eua-barram-carregamento-de-suco-de-laranja-do-brasil.html
Acessada dia 27 de janeiro de 2012

RESENHA:

Soberania dos EUA

Desde que o Estados Unidos das Americas se tornou a maior potência mundial, ele utiliza de uma tatica muito inteligênte por sinal de valorizar os seus produtos, antes de importar de outro país. E as vezes acaba até impondo ou armando certas normas para barrar a entrada de produtos externos que possam gerar concorrência com os do proprio país. E esse é um dos principais motivos para a economia americana ser tão forte.

Graças ao seu poder político e economico que os EUA conseguem fazer isso, pois podem impor suas normas e qnd exportão não enfretam tantas normas assim. E já que os paises menores não teriam a capacidade de barrar as mercadorias dos EUA, já que se eles fizessem os memos que sairia com o prejuizo seriam os paises menores.

Por: Lucas Nascimento



segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Davos: líderes pedem solução dos problemas da zona do euro


28 de janeiro de 2012 • 14h53 • atualizado às 15h13

Líderes políticos e econômicos reunidos em Davos (Suíça) pedem aos países da zona do euro que solucionem seus problemas antes de se comprometerem em dar mais dinheiro ao resgate de nações com dificuldades de financiamento. Na reta final do Fórum Econômico Mundial, que se encerra neste domingo, ficou claro que a zona do euro é a grande preocupação das demais economias do mundo - como os Estados Unidos, o Japão e as emergentes -, que consideram que a Europa ainda não fez o suficiente para solucionar seus problemas. O restante do mundo olha com preocupação para a zona do euro pelos efeitos que a crise do endividamento possa ter nas outras economias.

A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, afirmou neste sábado que "nenhum país está imune na situação atual" e que o momento é de atuar. Lagarde instou aos países-membros da entidade financeira multilateral a "demonstrar apoio" e contribuir para uma solução, incluindo ampliação da contribuição econômica à crise de dívida que aflige a zona do euro.

"Estou aqui, como minha pequena bolsa, para arrecadar algum dinheiro", disse Lagarde em sua participação no debate sobre as perspectivas econômicas globais para 2012. Até agora os Estados Unidos e o Reino Unido se mostraram reticentes em ampliar os recursos do FMI, para os quais a zona do euro já forneceu mais de 150 bilhões de euros. Neste sábado, o ministro de Economia britânico, George Osborne, declarou em Davos que a zona do euro "deve mostrar a cor de seu dinheiro" antes que o Reino Unido se comprometa depositando mais recursos.

Osborne demonstrou disposição do Reino Unido em contribuir mais para o resgate global para a zona do euro através do FMI, mas garantiu que não colocará à disposição o dinheiro dos contribuintes britânicos até que os países da moeda única façam mais para solucionar seus problemas. Diante disso, ele insistiu com os dirigentes da zona do euro que ampliem o fundo de resgate permanente dos países com dificuldades de financiamento.

O FMI destacou que a zona do euro deve enfrentar o crescimento e a geração de emprego, além de consolidar sua situação fiscal e garantir a liquidez. O ministro de Economia japonês, Motohisa Furukawa, afirmou a disposição do Japão - que já comprou 16% dos bônus do fundo de resgate temporário - de apoiar as ações europeias e advertiu sobre os efeitos negativos que a crise de endividamento soberano da zona do euro tem na Ásia. Neste sábado, o presidente do Banco Mundial, Robert Zöllick, declarou em Davos que as medidas adotadas pelo Banco Central Europeu (BCE) servem para ganhar tempo, mas que "é preciso atuar". Zöllick considerou que é importante que os Governos da zona do euro façam reformas estruturais. No entanto, os EUA e o Japão têm déficits fiscais e endividamentos superiores aos da zona do euro por isso que terão de ajustá-los no médio prazo, ressaltou Lagarde.

O chefe executivo de Hong Kong, Donald Tsang, arrancou aplausos dos participantes do debate quando exigiu dos países europeus atuarem com determinação e sugeriu seguirem os passos da Ásia após a crise financeira asiática de 1998. Nesse episódio os bancos foram recuperados para evitar a falta de pagamento. Osborne insistiu que a resolução da situação da Grécia é fundamental para a zona do euro.

Fonte: http://invertia.terra.com.br/forum-economico-mundial/2012/noticias/0,,OI5582454-EI19634,00-Davos+lideres+pedem+solucao+dos+problemas+da+zona+do+euro.html
Acessada dia 28 de janeiro de 2012


Negócios online combatem a crise



24/01 20:35 CET

Em tempos de crise profunda, a Comissão Europeia quer ajudar quem aposta no comércio eletrónico e nos negócios online como forma de crescer. Sobretudo porque os últimos estudos revelam que a economia da Internet cria 2,6 postos de trabalho por cada posto de trabalho que desaparece por causa da eficiência da rede.

O Comissário Antonio Tajani acredita que

“Se nós queremos ganhar a batalha contra a crise, é claro que temos que combater as dívidas públicas, mas ao mesmo tempo, é necessário empenharmo-nos no crescimento. Mas para a competitividade das empresas é fundamental mudar. E no centro da mudança está a tecnologia.”

Estas declarações foram feitas durante a conferência “The Single Market Oportunity 2012”, em Bruxelas, onde estiveram presentes representantes de Pequenas e Médias Empresas da Europa que viram na Internet grandes oportunidades de negócio. A gigante Google garante que está a trabalhar com milhões destes novos empresários.

Matt Brittin, vice-presidente da Google para o norte e centro da Europa explica que “temos visto que os pequenos negócios estão a aproveitar as grandes vantagens da Web. E fizemos alguns estudos económicos que mostram que a economia da internet, na Europa, já representa entre 3% e 7% do PIB, dependendo de cada país, e já está a criar milhões de empregos.”

A representar Portugal esteve em Bruxelas a Amen, empresa que gere domínios na Internet e dá apoio a empresas que querem ter sitios na rede. Nuno Matias lembra que “nós temos neste momento mais de 30 mil clientes, temos tido um crescimento bastante elevado: de 2010 para 2011 tivemos um crescimento de 30 por cento, em número de clientes. A faturação cresceu 6% por cento. É um segmento de mercado que tem muito para crescer.”

Fonte: http://pt.euronews.net/2012/01/24/negocios-online-combatem-a-crise/
Acessada dia 28 de janeiro de 2012

RESENHA:

                                         Crises européias a as economias mundiais

A crise na zona do euro tem sido um assunto controverso atualmente, em que, o avanço da crise está afetando a União Européia, e agora, começa a refletir em outras economias mundiais.

A crise na Zona do Euro deu-se, fundamentalmente, por problemas fiscais; países como Portugal, Irlanda, Itália, Grécia e Espanha são os que se encontra em posição mais delicada dentro da zona do euro, pois foram os que atuaram de forma mais indisciplinada nos gastos públicos e se endividaram excessivamente. A crise da Zona do Euro está arrastando os países da União Européia e outras economias mundiais para uma crise econômica mundial.

No dia 28 de janeiro de 2012, líderes políticos e econômicos reunidos em Davos (Suíça) pediram aos países da zona do euro que solucionem seus problemas antes de se comprometerem em dar mais dinheiro ao resgate de nações com dificuldades de financiamento. Na reta final do Fórum Econômico Mundial, que se encerra no dia 29 de janeiro de 2012, ficou claro que a zona do euro é a grande preocupação das demais economias do mundo - como os Estados Unidos, o Japão e as emergentes -, que consideram que a Europa ainda não fez o suficiente para solucionar seus problemas. O restante do mundo olha com preocupação para a zona do euro pelos efeitos que a crise do endividamento possa ter nas outras economias.

No plano econômico mundial, o ano de 2011 foi marcado pela crise econômica na União Européia, causada pela crise da zona do euro e pela falta de coordenação política da União Europeia para resolver questões de endividamento público das nações do bloco. Em função da globalização econômica que vivemos na atualidade, a crise se espalhou pelos quatro cantos do mundo, derrubando índices das bolsas de valores e criando um clima de pessimismo na esfera econômica mundial. Com a crise do bloco e na zona do euro, problemas sócio-econômicos começam a atingir os países da União Européia, tais como: a fuga de capitais de investidores; a escassez de crédito; o aumento do desemprego; o descontentamento popular com medidas de redução de gastos adotadas pelos países como forma de conter a crise; a diminuição dos ratings (notas dadas por agências de risco) das nações e bancos dos países mais envolvidos na crise; a queda ou baixo crescimento do PIB dos países da União Européia em função do desaquecimento da econômica dos países do bloco; etc...

Um outro problema agravante da crise da União Européia é a contaminação da crise para países, fora do bloco, que mantém relações comerciais com a União Européia, inclusive o Brasil. Os abalos na economia da Europa são má notícia para o turismo no Rio de Janeiro, particularmente no carnaval, quando os europeus costumam ser metade dos visitantes estrangeiros na cidade. Uma pesquisa feita em 2010 pelo professor Bayard Boiteux, do Instituto de Pesquisas e estudos do Turismo da UniverCidade, indicou que, naquele ano, 52% dos estrangeiros na cidade vinham da Europa, com destaque para franceses (17%), alemães (14%) e italianos (11%). Dos Estados Unidos vinham 21% dos foliões estrangeiros. Os hotéis da cidade são a forma de hospedagem de 70% deles. Os demais optam por apartamentos de temporada (16%), casas de amigos (8%) e hospedagem domiciliar (6%). Agora com a crise, não chega a 60% a taxa de ocupação dos hotéis cinco estrelas para a temporada na cidade.

Contudo, a Comissão Européia para combater a “raíz” do problema, a crise na Zona do Euro, quer ajudar quem aposta no comércio eletrónico e nos negócios online como forma de crescer e combater a crise. Sobretudo porque os últimos estudos revelam que a economia da Internet cria 2,6 postos de trabalho por cada posto de trabalho que desaparece por causa da eficiência da rede. Matt Brittin, vice-presidente da Google para o norte e centro da Europa explica que “temos visto que os pequenos negócios estão a aproveitar as grandes vantagens da Web. E fizemos alguns estudos económicos que mostram que a economia da internet, na Europa, já representa entre 3% e 7% do PIB, dependendo de cada país, e já está a criar milhões de empregos.”

Por: Caroline Freitas

domingo, 29 de janeiro de 2012

Em cinco meses, Chile tem 2ª renúncia de ministro da Educação


29 de dezembro de 2011 • 16h43 • atualizado às 17h31

O ministro da Educação chileno, Felipe Bulnes, demitiu-se do cargo nesta quinta-feira, depois de um ano marcado por protestos estudantis por melhorias na educação pública. Foi a segunda renúncia de um ministro dessa pasta em cinco meses.

Bulnes, que antes foi ministro da Justiça, assumiu no dia 18 de julho passado, em substituição a Joaquín Lavín, ex-prefeito de Santiago, questionado pelos estudantes por seus vínculos com uma universidade privada. O ministério da Educação será ocupado, agora, por Haral Beyer, engenheiro comercial e especialista em questões de educação do Centro de Estudos Públicos (CEP).

O ministro Bulnes reuniu-se apenas duas vezes com os líderes estudantis, que cortaram o diálogo, ao considerarem que o governo não tinha intenção de avançar nas reformas propostas. Os estudantes, que iniciaram seus protestos em abril, querem acabar com um sistema herdado da ditadura de Augusto Pinochet (1973-1990), que reduziu pelo menos para a metade o aporte público à educação.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI5537104-EI8266,00-Em+cinco+meses+Chile+tem+renuncia+de+ministro+da+Educacao.html
Acessada dia 21 de janeiro de 2012

RESENHA:

                                                 Educação, uma questão de luta e resistência


Moramos em um país que se compararmos com os anos da ditadura militar hoje podemos falar que temos total liberdade de expressar nossos direitos, quais quer que sejam, passamos por um ano de dificuldades na educação, por mais que os números de escolas técnicas tenham aumentado no decorrer dos anos, principalmente no ano passado os problemas continuam independente de nível de educação.

Não seria diferente em alguns países, como por exemplo o Chile, que em cinco meses tem a 2º renúncia de ministro da educação, o cargo foi renunciado pelo chileno, Felipe Bulnes, que anteriormente era o ministro da Justiça. Bulnes substitui Joaquín Lavín, ex-prefeito de Santiago.

A intenção dos lideres estudantis era acabar com um sistema de ditadura que reduziu pelo menos para a metade o aporte público à educação. Foram feitas apenas dois encontros com o ministro que cortaram o diálogo, ao considerarem que o governo não tinha intenção de avançar nas reformas propostas.

Educação é uma palavra que nunca sairá da boca do indivíduo na sociedade, quem quer uma sociedade com qualidade tem que ter uma educação de qualidade em primeiro, e isso gera diversos desentendimentos com o governo, já que as mudanças para uma melhoria não acontecem, isso acarreta várias manifestações, questionado pelos estudantes, com movimentos estudantis, protestos, greves etc.

Não foi diferente aqui no país, já que inúmeras universidades e escolas públicas entraram em greve por mais de dois meses, com objetivo de uma melhoria na educação, buscando boas condições de trabalho para seus educadores e melhores condições de estudo para os estudantes. A diferença do fato ocorrido no Chile com o do Brasil, foi uma grande resistência do ministro da educação Fernando Haddad aos lideres dos movimentos, e a encoberta do governo sobre os fatos em meio a mídia.

Por: Geovanna Slompo

Pequim registra recorde da poluição e voos são suspensos


10 de janeiro de 2012 • 06h31 • atualizado às 10h30

Uma poluição tão forte que não pôde ser medida cobriu a cidade de Pequim na segunda-feira e provocou o atraso ou cancelamento de mais de 150 voos, mas as autoridades locais consideravam a qualidade do ar "boa".

Segundo o site do aeroporto internacional de Pequim, o segundo mais movimentado do mundo, 155 pousos e decolagens foram adiados ou anulados. A embaixada dos Estados Unidos, que calcula de maneira independente a qualidade do ar, informou que a poluição na capital chinesa superava na manhã de segunda-feira o nível "perigoso", o mais grave em seu índice.

A Agência do Meio Ambiente de Pequim considerou "boa" a qualidade do ar da capital, mas as autoridades chinesas são acusadas regularmente de subestimar o risco da poluição. A nuvem de contaminação, que reduziu consideravelmente a visibilidade, se dissipou em boa parte durante o período da tarde.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5550852-EI8143,00-Pequim+registra+recorde+da+poluicao+e+voos+sao+suspensos.html
Acessada dia 10 de janeiro de 2012

RESENHA:

                O desenvolvimento das nações sempre será proporcional ao aumento da poluição

O Desenvolvimento econômico em geral sempre contrastou com graves problemas internos, entre os mais evidentes está a Poluição.

Infelizmente, pode-se dizer que é impossível uma nação se desenvolver sem poluir.

Na China, a questão do meio ambiente é um problema grave que prejudica muito os seus habitantes. Alem de prejudicar a saúde da população, já chega a atingir países vizinhos. Impedindo assim até mesmo o trafego aéreo.

O que acontece muitas vezes é que as nações anseiam por desenvolvimento, para ser mais especifico, pelo lucro então passaram a priorizar o desenvolvimento econômico em detrimento do meio ambiente. Esse fenômeno aconteceu principalmente depois da Segunda-guerra mundial, que levou o mundo a uma corrida desenvolvimentista, onde a linha de chegada é a destruição do nosso planeta.

O crescimento econômico pode até permitir mais recursos para se investir na área de preservação ambiental, mas até que isso aconteça outros países também estarão procurando se desenvolver, e conseqüentemente poluído cada vez mais e mais. Levará um tempo para qualquer mudança no campo da sustentabilidade acontecer. Essa idéia de sustentabilidade deveria ter-se pensado muito antes da situação de alguns países estarem igual a essa, ao ponto do trafego aéreo ser impossibilitado pela grande quantidade de poluição na cidade.

De acordo com a noticia, as autoridades locais consideravam a qualidade do ar "boa". Mas é obvio que isso foi de certa maneira para não causar uma situação ainda mais constrangedora no pais, ou até mesmo evitar algum movimento da população contra o acontecido. Pois de certa forma isso é um crime para a natureza e conseqüentemente irá afetar também a saúde dos moradores da cidade.

Agora, já de acordo com a embaixada dos Estados Unidos, que calculou de maneira independente a qualidade do ar, informou que a poluição na capital chinesa superava o nível "perigoso", o mais grave em seu índice. E como sempre, os ESTADOS UNIDOS, preocupando-se com a população chinesa. Parece até comedia, eles não perdem uma oportunidade de rebaixar os seus países concorrentes, para assim ficar no topo (mais do que já está).

As autoridades chinesas são acusadas regularmente de subestimar o risco da poluição. Essa situação de risco está cada vez mais piorando com o passar do tempo e nada tem sido feito.

Não se sabe ao certo qual a situação do ar, e o nível de periculosidade da contaminação deste. A única coisa que podemos fazer é começar uma política de sustentabilidade, para se desenvolver sustentavelmente. O mundo está se deteriorando cada vez mais rápido, quem mais sofre com isso é a classe trabalhadora que se expõe a essa situação todos os dias e muitas vezes não pode arcar com as despesas de um sistema de saúde melhor.

Enfim, devemos ao menos ter esperança de que as nações se conscientizem logo dos problemas que a sua busca exacerbada pelo lucro está causando, não só para eles mesmo, como para o planeta.

Por: Lays Luchi

Desnutrição afeta 42% das crianças nos distritos pobres da Índia


10 de janeiro de 2012 • 13h55 • atualizado às 15h21

A desnutrição é uma "vergonha nacional" para a Índia, disse nesta terça-feira o primeiro-ministro do país, Manmohan Singh, após constatar que segundo um novo estudo, 42% das crianças indianas dos distritos mais pobres estão desnutridas.

Singh lançou na capital indiana o primeiro estudo em anos sobre o problema, que tem como título "HUNGaMA" e revela que a metade das crianças dos 100 distritos mais pobres sofrem atrofias ou desnutrição aos dois anos.

"Apesar do nosso impressionante crescimento econômico, o nível de desnutrição é inaceitavelmente alto. Não conseguimos reduzir este índice suficientemente rápido", se lamentou o primeiro-ministro durante a apresentação, que foi televisada pelos canais locais.

A economia indiana cresceu acima de 6,5% nos últimos anos, mas persistem graves desigualdades em função do território, e segundo relatório do Unicef de 2009, cerca de 61 milhões de crianças estão desnutridas, um terço do total global.

Reduzir a desnutrição à metade no ano de 2015 (desde as taxas de 1990) é um dos Objetivos do Milênio para a Índia: estima-se que para esse ano a taxa de crianças afetadas pelo problema na Índia deveria ser de 27,4%.

Entretanto, segundo o relatório, as taxas atuais são alarmantes nos distritos mais pobres do país, onde 59% das crianças menores de cinco anos apresentam atrofias e 92% das mães nem sequer tinham escutado a palavra "desnutrição".

"É evidente que as campanhas de informação não são satisfatórias. A lactação materna é seguida por menos da metade das mães e quase ninguém sabe dizer o que é desnutrição", disse à agência Efe a chefe da pesquisa, Rohini Mukherjee.

"É fundamental que sejamos capazes de atuar no período conhecido como dos ''mil dias'', desde que a mulher fica grávida até que a criança complete dois anos. As mães podem fazer coisas que não custam dinheiro, como recorrer à lactação", acrescentou.

O relatório, o primeiro desse nível realizado desde 2004, se baseia em uma pesquisa em 112 distritos da Índia pela fundação indiana Naandi. Os pesquisadores entrevistaram pessoas de 73 mil famílias.

As conclusões também contêm dados positivos, como a redução da taxa de desnutrição (há sete anos era de 53%) ou o fato de que as meninas, tradicionalmente discriminadas em grandes regiões, não estejam em uma situação ainda pior que a dos meninos.

"Os resultados desta enquete são ao mesmo tempo preocupantes e promissores", disse Singh. "Sempre achamos que o nível educativo de uma mãe, o status econômico de uma família, a higiene, o status da mãe na família ou a lactação afetavam a nutrição. O estudo validou essas hipóteses", acrescentou.

O primeiro-ministro da Índia expressou também que seu Governo decidiu, entre outras coisas, lançar um programa de desenvolvimento multisetorial, uma campanha de comunicação contra a desnutrição e iniciativas para garantir o bem-estar dos menores.

A Índia iniciou em 1975 um plano dedicado a lutar contra a praga da desnutrição, que consistia na implantação de centros dedicados a fomentar a formação nutricional e alimentar as crianças, mas o programa continua sem dar os resultados esperados.

Segundo diferentes especialistas, a maioria das crianças indianas têm uma alimentação monótona e baseada em poucos alimentos de origem vegetal, e além disso estão sujeitas a uma lactação deficiente.

Embora geral, o problema mais grave se concentra em poucas regiões, um arco do norte do país que na Índia se conhece com o nome de "Bimarou", referido a Bihar, Jharkhand, Madhya Pradesh, Rajastão, Orissa e Uttar Pradesh.

Em língua híndi, a palavra "bimar" significa doente, e em geral essas regiões costumam aparecer no fim dos indicadores de desenvolvimento humano: ali estão também os 100 distritos onde está mais presente a praga da desnutrição.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5551529-EI8143,00-Desnutricao+afeta+das+criancas+nos+distritos+pobres+da+India.html
Acessada dia 10 de janeiro de 2011

RESENHA:

                             Alto índice populacional, desigualdade social e a fome na India

A economia da Índia é a décima maior do mundo em produto interno bruto nominal e a quarto maior do mundo, atrás apenas dos EUA, da China e do Japão, bem como a terceira mais desenvolvida da Ásia. E está numa situação de grande preocupação internacional. O índice de crianças desnutridas segundo a noticia é de 42% nas regiões pobres do país. A desnutrição é o resultado de pouca alimentação; é quando há um desequilíbrio entre a necessidade do corpo e a ingestão de nutrientes essenciais. Mais resumidamente falando, seria a fome. A fome, que é um problema social em vários países principalmente os mais populosos.

Numericamente falando a Índia é o segundo país do mundo em população, perdendo somente para a China. Essa explosão demográfica causou impacto nas políticas públicas para a infância, não só na parte educacional, mas também quando se trata de alimentação.

Infelizmente o crescimento da agricultura não acompanha o crescimento populacional. Considerando que cerca de 60% da população da Índia hoje depende diretamente da agricultura, se amanhã a população continuar aumentando mais nesse ritmo, não haverá nem disponibilidade de terras para moradia de pessoas, piorando mais ainda o IDH, e as condições de vida no país.

O governo indiano deveria tomar providencias agora, antes que seja tarde e isso acabe por começar uma crise sócio-econômica no pais. Deve-se antes de tudo criar programas para o controle de natalidade, mas que gerem efeitos.

A desigualdade social do país é evidente. Ao mesmo tempo em que é uma potencia mundial, também é um dos países que apresentam mais problemas quando se fala de fome e miséria. O país deveria criar programas de incentivo ao trabalho, e dando uma oportunidade para aqueles que têm condições de trabalho e não o fazem por falta de oportunidade ou até mesmo poder aquisitivo.

Os sistemas de distribuição que oferece comida de graça às famílias que se encontram sob a linha de pobreza deveriam ser ampliados. Pois, muitas vezes a ajuda nem sempre chega aos que mais necessitam. Muitas vezes devido a corrupção desvia-se as verbas para tais programas e acabam por gerar problemas que geram conseqüências negativas para todo o pais. A luta contra a fome é, em primeiro lugar, luta contra a fome pela justiça social.

Por: Lays Luchi

Brasil e Europa recebem 60% da cocaína boliviana, diz diplomata



06 de janeiro de 2012 • 16h08 • atualizado às 19h04

Quase dois terços da cocaína de procedência boliviana vai para o Brasil e depois para a Europa, afirmou nesta sexta-feira o primeiro secretário da embaixada brasileira em La Paz, Murilo Vieira Komnisky.

"Hoje em dia, 60% da droga da Bolívia vão para o Brasil, 20% vão para a Argentina e 20% para o Chile. São estimativas. Quarenta por cento (dos 60%) da droga boliviana fica no Brasil, e o restante vai para a Europa", afirmou Vieira, principal responsável da área de segurança da representação.

Ele explicou que os dados se baseiam nos percentuais de apreensões que o Brasil faz e da troca de informações entre os países da região. Vieira explicou que o Brasil lida com os mesmos dados das Nações Unidas, segundo os quais a Bolívia tem capacidade para fabricar 115 t de droga ao ano, ao que se deve somar o entorpecente de origem peruana que usa o território boliviano como ponte.

Bolívia e Peru, ao lado da Colômbia, são os principais produtores mundiais de cocaína e cultivadores de folha de coca, sua matéria-prima. Segundo o governo boliviano, as apreensões anuais da droga, um dado para estimar o volume de entorpecente que circula, beiram as 30 t, embora as autoridades afirmem que 50% procedem do Peru. Calcula-se que só se consiga apreender 15% do que se produz.

O diplomata esclareceu que não é possível detalhar a quantidade exata de droga boliviana e peruana que chega. "Estamos falando de estimativas, porque não há dados concretos; o narcotráfico é como a água que se move, que busca por onde sair", comparou o funcionário da embaixada.

"É um tema que nos preocupa e estamos atentos para aprofundar a cooperação (antidrogas) com a Bolívia", afirmou o diplomata, segundo o qual "houve uma alta no nível de consumo de droga no Brasil nos últimos 8 ou 10 anos" que gerou, no período, "900 mil consumidores". Desde o ano passado, o Brasil faz parte de um acordo ainda não negociado com a Bolívia e os Estados Unidos para monitorar a erradicação de cocais, um trabalho central no combate ao narcotráfico.


Fonte: http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI5546790-EI5030,00-Brasil+e+Europa+recebem+da+cocaina+boliviana+diz+diplomata.html
Acessado dia 07 de janeiro de 2012

RESENHA:

                                   Percentuais absurdos da distrição de cocaína.
             

Podemos notar que as porcentagens da distribuição da cocaína chegam a ser absurdas, claro que focamos nos maiores números que no caso fica com o Brasil. A preocupação seria no aumento desses números, já que vem sendo crescente a quantidade de usuários. Devemos ficar cientes que um dos fatores de abalos na parte econômica e social dos países latino-americanos se da pela presença maciça do narcotráfico.

"Hoje em dia, 60% da droga da Bolívia vão para o Brasil, 20% vão para a Argentina e 20% para o Chile. São estimativas. Quarenta por cento (dos 60%) da droga boliviana fica no Brasil, e o restante vai para a Europa", afirmou Vieira, principal responsável da área de segurança da representação.

A troca de informações e apreensões entre os países vizinhos nos dão uma noção de como anda a situação, no caso o Brasil conta com os mesmos dados das Nações Unidas.

O Peru chega a ser o maior produtor de coca, a pasta base para obter a cocaína, só que o entorpecente é fabricado na Bolívia, com uma capacidade de fabricação por volta de 115 t de droga ao ano, esses países junto com a Colômbia, chegam a ser os principais produtores. O governo boliviano afirma que os dados das apreensões anuais da droga podem estimar, nada muito detalhado, a quantidade de entorpecentes que circulam, que chega a ser 30 t, e que as autoridades afirmam que 50% tem origem peruana. É explicito na noticia, que não é possível detalhar a quantidade exata de droga boliviana e peruana que chega.

"Estamos falando de estimativas, porque não há dados concretos; o narcotráfico é como a água que se move, que busca por onde sair", comparou o funcionário da embaixada.

Todos os países passam por problemas agravantes, no momento não consideraria a questão da cocaína como abalo na economia do território, só que, pode ser uma questão de tempo para que isso se torne alarmante como em alguns países da América Latina. O combate está na mão do governo de ambos os países, onde não será nada fácil conter todas as fronteiras.

"É um tema que nos preocupa e estamos atentos para aprofundar a cooperação (antidrogas) com a Bolívia", afirmou o diplomata, segundo o qual "houve uma alta no nível de consumo de droga no Brasil nos últimos 8 ou 10 anos" que gerou, no período, "900 mil consumidores". Desde o ano passado, o Brasil faz parte de um acordo ainda não negociado com a Bolívia e os Estados Unidos para monitorar a erradicação de cocais, um trabalho central no combate ao narcotráfico.

Por: Geovanna Slompo

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Corte no fundo de Aids é um desastre, diz chefe dos Médicos Sem Fronteiras

O presidente internacional dos Médicos Sem Fronteiras, Unni (Foto: Giovana Sanchez/G1)         


                                                                                

                                                                                              Giovana SanchezDo G1, em São Paulo
                                                                          29/11/2011 14h04 - Atualizado em 29/11/2011 14h04

Fundo Global anunciou corte em concessão de financiamento até 2014.
Presidente da organização humanitária falou em visita ao Brasil.

A notícia de que o maior fundo mundial para luta contra Aids, tuberculose e malária cortará novos financiamentos terá efeitos enormes nos países que enfrentam essas doenças, avalia o presidente internacional da organização humanitária Médicos Sem Fronteiras (MSF). "Não podemos resolver o problema, mas vamos pressionar para que todos os ganhos que fizemos até agora em diversos países não sejam perdidos", disse o médico indiano Unni Karunakara em um encontro com jornalistas na manhã desta terça-feira (29), em São Paulo.

"A décima primeira rodada de investimentos foi cancelada por causa da crise, e isso é um problema. Fizemos muitos avanços. Em 2000, ninguém com Aids na África recebia tratamento do governo, e hoje 7 milhões se tratam. Naquela época, o tratamento era caro e hoje custa US$ 70 por pessoa por ano. Estamos atualmente num patamar em que, se pararmos, corremos o risco de regredir no que alcançamos."

Segundo o Global Fund to Fight Aids, Tuberculosis and Malaria, não haverá concessão de novos financiamentos até 2014, e, até lá, os países de renda baixa ou média podem pedir recursos emergenciais. O fundo de origem público-privada é o maior órgãor para financiamento e fornece mais de 70% dos fundos para drogas antirretrovirais nos países em desenvolvimento.

Segundo a agência Reuters, países do sul da África que dependem muito da ajuda do Fundo Global, incluindo a Suazilândia, Maláui, Zimbábue e Moçambique, devem ver um aumento das mortes e infecções como resultado da escassez de financiamento.

Os Médicos

Além do problema do corte no financiamento da luta contra a Aids, Unni Karunakara falou sobre as demais crises humanitárias, como as da Somália, Haiti e Sudão do Sul, e sobre a atuação dos Médicos Sem Fronteiras nesses locais. "Negociamos com todos os setores da sociedade e temos princípios muito firmes." Nesta segunda, o grupo radical al-Shabab, que controla parte da Somália, divulgou uma lista com 16 ONGs e agências da ONU que estariam banidas de trabalhar na região. O MSF não estava na lista.

A organização vive majoritariamente de doações - 90% do orçamento - e atua em 67 países. Segundo Unni, menos de 10% das doações vêm de instituições, e elas são selecionadas pelo grupo. "Não recebemos doações do governo americano, por exemplo, nem das indústrias farmaceuticas nem de tabaco, petróleo etc."

Fonte:
http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2011/11/corte-no-fundo-de-aids-e-um-desastre-diz-chefe-dos-medicos-sem-fronteiras.html
Acessado dia 10 de dezembro de 2011

RESENHA:
                                                                 Trabalho de caranguejo

Depois de árduos anos de trabalho e empenho de milhares de médicos vonlúntarios para dimunuir os indices de AIDS no continente africano e muitas pequisas para abaixar o preço do tratamento da mesma, tudo pode ir pode voltar as mesmas de anos atráz em apenas dois anos, pois o Fundo Global anunciou que vai cortar os financiamentos para o tratamento da doença.

Os avanços feitos em toda África, principalmente na região subsariana, em relação a AIDS são notaveis. Se formos ver a 11 anos atráz ninguém no continente era tratado gratuito, hojé já são 7 milhões, antes gastava-se muito no tratamento do paciênte, as pesquisas avançaram muito e barantiaram o custo, nos dias atuais são necessarios US$ 70 por ano, por pessoa. Não é díficil fazer as contas para ver quanto se gasta com essas pessoas, são US$ 490 milhões por ano, se analizarmos bem isso não muito para o Fundo Global, já que as quantias administradas pelo mesmo beira a casa do trilhão, tudo bem que nos ultimos anos os investimentos tenham aumentado relativamente, chegando aos 16 bilhões em 2010.

No meio do ano o proprio diretor executivo do Fundo Global, Michel kazatchkine, anunciou que a comunidade internacional tinha o plano de que em 2015, aproximadamente 15 milhões de pessoas estajam sendo tratadas, para inibir o avanço do vírus. Comparando os números, tanto com os do número de infectados e os que estão em tratamento, quase metade dos doentes teriam acesso aos remedios, algo que seria de se omprecionar.

Mas com o corte, díficilmente conseguiram mater em tratamento metade dos 7 milhões atuais. Será que retirar esses financiamentos para investir na economia para que ajude a crise é a melhor jogada, ao meu ver estamos nos saindo muito bem no tratamento do HIV, que a poucos anos era uma epdemia mundial, agora que estamos pertos de resultados consideraveis, tudo vai regrassar ao que era antes, todo trabalhado ira se desmoronar, faremos iguaís aos caraguejos, andaremos pra tráz, e ainda tiraram todo a motivação das pessoas que vão deixar de ser atendidas. Vale a pena mesmo investir para tentar sair de uma crise que acarretará em outra que estava entranto em linhas estaveis e prosperas?

Por Lucas Nascimento

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Acordo sobre mudanças climáticas é uma miragem





                                                                                                                                 06/12 18:13 CET

Um acordo sobre o aquecimento global não passa de uma miragem. Ban Ki-moon reconheceu que é impossível esperar grandes avanços na conferência climática da ONU que se realiza em Durban, na África do Sul, até sexta-feira.

“Temos de ser realistas quanto às expectativas sobre um consenso em Durban. Nós conhecemos as razões: problemas económicos graves em muitos países, diferendos políticos importantes, prioridades e estratégias contraditórias para responder às mudanças climáticas. É possível, como dizem muitos, que o objetivo de um acordo geral e vinculativo sobre as mudanças climáticas não esteja ao nosso alcance por agora” afirmou o secretário-geral das Nações Unidas na abertura da sessão ministerial.

O único instrumento jurídico ainda em vigor é o Protocolo de Quioto mas os dois principais poluidores do planeta, Estados Unidos e China, nunca o aceitaram. Pequim abriu agora a porta a um possível acordo, embora as declarações dos responsáveis chineses tenham tido leituras opostas.

Perante a indecisão dos políticos, os ativistas da Greenpeace lançaram mais uma marcha de protesto nas ruas de Durban que acabou com algumas detenções.


Fonte: http://pt.euronews.net/2011/12/06/acordo-sobre-mudancas-climaticas-e-uma-miragem/
Acessado dia 6 de dzembro de 2011

NOTÍCIA COMPLEMENTAR:

                   Clima: Aprovado acordo histórico em Durban
  
                                                                                                                                11/12 06:33 CET

A presidente da conferência climática de Durban, Maité Nkoana-Mashabane, anunciou que os 194 países chegaram a acordo sobre um programa para definir um novo rumo para combater as alterações climáticas nas próximas décadas.

O acordo foi alcançado após a resistência da Índia e da China que levou a União Europeia, os Estados Unidos e o Brasil a apelarem para “não fazer de Durban uma oportunidade perdida”.

“Como sabem, não estamos satisfeitos com a reabertura do texto, mas sob o espírito da flexibilidade concordámos em adotá-lo”, disse a ministra do Ambiente indiana

O programa a definir deverá colocar os países sob o mesmo regime legal e reforçar o seu compromisso para controlar a emissão dos gases de estufa. O compromisso deverá entrar em vigor o mais tardar até 2020.

“Se conseguirmos isso, será um momento histórico para o mundo e em especial para África”, sublinhou o ministro dos Negócios Estrangeiros de Grenada.

Os documentos discutidos e que farão parte do Pacote de Durban incluem o segundo período de vigência do Protocolo de Quioto, o relatório do grupo de trabalho de cooperação de longo prazo, o Fundo Climático Verde e a Plataforma de Durban.


Fonte: http://pt.euronews.net/2011/12/11/clima-aprovado-acordo-historico-em-durban/
Acessado dia 6 de dzembro de 2011

RESENHA:

                                             Mudanças climáticas – De quem é a culpa?
                
Atualmente, já podemos perceber os efeitos da natureza em resposta das atitudes humana em relação a ela. O avanço do mar, o aumento de temperatura em alguns lugares, a diminuição desta em outros, é visível e perceptível por qualquer um. Será o aquecimento global nossa culpa?

A alguns dias atrás foi feito uma manifestação em Duban, Africa do Sul, devido a indecisão dos políticos, essa marcha foi realizada pelos os ativistas da Greenpeace. O problema que foi levado a assembléia é que os países da áfrica em geral estão sofrendo muito com as mudanças climáticas atuais, estas, causadas pelo excesso de poluição principalmente por parte dos Estados Unidos e China, que de acordo com a reportagem, são os países mais poluidores.

Para esse problema, foi proposto mudanças, de acordo com o que sabemos, somente o tratado de Quioto está em vigor, no qual China e EUA não participam. Isso é prova da prepotência e ambição dos países mais industrializados, que se negam a ajudar o planeta a sobreviver um pouco mais, em troca de seu próprio lucro. Mas por outro lado pensa-se: Por que será que os problemas climáticos estão aparecendo principalmente na África? Seria isto um efeito natural? ou conseqüências da poluição mundial?

O objetivo das manifestações é chegar a um acordo com as demais nações para tentar evitar a destruição do planeta e conseqüentemente evitar os problemas climáticos que se manisfestam mais na África, ou seja, um programa para definir para combater as alterações climáticas nas próximas décadas.

Esse programa deverá colocar os países sob o mesmo regime legal e reforçar o seu compromisso para controlar a emissão dos gases de estufa. Será essa a solução para os problemas climáticos do mundo?

É engraçado, saber que um dia aconteceria isso: mudanças climáticas, aumento da temperatura, secas, etc... E que sofreríamos as conseqüências de nossa própria ação. A África é um continente sem muito auxilio e que já passa por situações difíceis. É admirável a atitude deles, pois não querem seu próprio beneficio com o programa de proteção ao ambiente, mas de todos os países. Mas o problema no qual também estamos inseridos é: com o acordo de controle de gases, poderemos perder financeiramente. A questão é muito discutida pois as nações mais poluidoras nem sequer concordaram com o tratado de quioto. Acho que a questão principal seria o desenvolvimento sustentável, ajuda humanitária para com os povos, africanos. Não podemos jogar a culpa em outras nações pelas situações que são causadas pela natureza, ma s também não podemos deixar de pensar que isso também não é nossa culpa, pois isso é uma conseqüência da ação humana, durante vários seculos de poluição. De acordo com as noticias esse programa deverá entrar em vigor até 2020. Mas será que daqui pra lá, a situação do planeta já não vais estar mais desesperadora? Será que os países mais poluidores só pararão quando ele forem atingidos? Ninguém sabe. Mas o que se deve fazer é zelar pelo que ainda temos, senão pudermos reflorestar, que pelo menos não poluímos mais. Assim de certa forma podemos ajudar nosso pais e outros que estão ao nosso redor, quem sabe, serviremos de exemplo para outras nações.

Por Lays Luchi.      
                                                                                                                     

Austrália anuncia novas sanções contra Irã por programa nuclear



06 de dezembro de 2011 • 01h56 • atualizado às 02h57

A Austrália imporá novas sanções contra o Irã em resposta ao descumprimento das resoluções do Conselho de Segurança da ONU com relação a seu programa nuclear, anunciou nesta terça-feira o ministro das Relações Exteriores australiano, Kevin Rudd.

As sanções adicionais serão voltadas "contra indivíduos e entidades implicados nos programas nucleares e de mísseis", e a Austrália ainda "restringirá o comércio com os setores financeiros e petroleiros do Irã", disse Rudd em comunicado.

O Conselho de Segurança da ONU exige desde 2006 que o Irã suspenda seu programa de enriquecimento de urânio e permita o acesso livre e sem prévio aviso dos inspetores da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA).

Rudd, que se encontra na Europa como parte de uma viagem oficial, também exortou o Irã a adotar os passos necessários exigidos pelo Conselho de Segurança e a AIEA e a "comprometer-se construtivamente com a comunidade internacional com relação a seu programa nuclear".

As novas sanções australianas acontecem depois que o último relatório da AIEA acusou o Irã de ter trabalhado na tecnologia necessária para fabricar armas nucleares e após os ataques em Teerã contra a embaixada britânica.

Com as novas sanções, a Austrália, cujo Governo está comprometido em buscar uma solução negociada com o Irã, segue os passos de Estados Unidos, União Europeia e outros países que recentemente adotaram medidas contra o programa nuclear de Teerã.

O Irã, por sua vez, nega taxativamente que seu programa nuclear tenha fins armamentistas e assegura que é exclusivamente civil e para uso pacífico, como a geração de energia elétrica e a produção de isótopos para a luta contra o câncer.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5505170-EI17616,00-Australia+anuncia+novas+sancoes+contra+Ira+por+programa+nuclear.html
Acessado dia 6 de dezembro de 2011

RESENHA:
                    Os perigos da energia nuclear e o temor das nações – EUA no controle do mundo

O programa nuclear iraniano foi lançado na década de 1950, com a ajuda dos Estados Unidos, como parte do programa Átomos para a Paz. O programa atual, inclui diversos centros de pesquisa, uma mina de urânio, um reator nuclear e instalações de processamento de urânio que incluem uma central de enriquecimento.

Podemos perceber traves da noticia e de informações adicionais que há uma enorme contradição dos Estados em relação ás suas “atitudes” com outros países. Os EUA, financia programas e depois se torna refém de seu próprio investimento. Os EUA, tenta cada vez mais tomar as rédias do mundo e através do seu poder de nação mais desenvolvida controlar toda e qualquer ação que possa vir prejudicá-lo. Os governos dos Estados Unidos e de outras nações alegam que o programa é uma cobertura para uma tentativa de obter armas nucleares. Já governo iraniano nega essas acusações e diz que será uma tecnologia nuclear para fins pacíficos (medicina nuclear e geração de energia elétrica). É difícil tomar uma postura concreta em relação ao assunto porque nunca se sabe realmente as intenções das novas tecnologias, já que estamos no mundo, globalizado e liderado pela visão capitalista e militar que visa o poder acima de tudo.

O Irã apesar de ter grande poder nuclear não se portou de maneira agressiva pelo menos a alguns séculos. Somente é percebido como uma ameaça porque não obedeceu às ordens dos Estados Unidos, que por ter poder econômico e político muito forte visa somente seu próprio beneficio e dominação mundial, o que leva a perceber os EUA, quer subjugar os países. Enquanto os EUA financia diversos tipos de guerras principalmente quando se tratou de Iraque, os outros países não podem crescer “nuclearmente” pois poderão se tornar uma ameaça global. Enquanto os EUA já liberam suas bombas atômicas na segunda guerra, o Irã não pode se desenvolver para gerar energia elétrica e remédios. De certa forma, muitos vêem a possibilidade do Irã aproveitar para desenvolver armas militares, mas acho que se os EUA têm o direito de fazer o que quer e se desenvolver, todos os países também deveriam ter. O medo com certeza vigorará sobre nós, e sobre muitos, mas direito é questão de justiça. Assim como hoje podemos ver isso como uma ameaça, amanhã poderemos estar a par desta tecnologia e sermos vistos lá fora como ameaça também, o que será muito prejudicial ao nosso país. Os EUA excluiu o Irã e a Coréia do Norte da nova doutrina nuclear americana que se comprometem a não usar armas nucleares contra os países que não possuam tal tecnologia. Se houver a restrição deste tipo de tecnologia, que seja para todos. Esse foi o ideal que o Irã fez para garantir sua permanecia de desenvolvimento da tecnologia, e que de certa forma seria ideal para a paz mundial.

Por Lays Luchi.

domingo, 11 de dezembro de 2011

Quizz: Você é consumista ?



Esse teste foi criado para a reportagem "Você sabe cuidar do seu dinheiro?" solicitada pelo Jornal Agora SP, focada para o público feminino.

Regra única: Seja honesta com você mesmo. Afinal somente você saberá a resposta. Quanto mais aprender sobre você mesma, mais evoluirá.

Repórter responsável: Carolina Hungria (carolhungria@agora.com.br)

Entre nesse link e faça já seu teste.
Link: http://www.igf.com.br/principal/testes/Consumista.aspx



Fonte: http://www.igf.com.br/principal/testes/Consumista.aspx
Acessado dia 10 de dezembro de 2011

Links para acesso de vídeos de acontecimentos polêmicos no mundo - Globo News

Dossiês dos assuntos mais polêmicos no mundo - links de vídeos da Globo News:

Nascido em um campo de refugiados aponta solução para conflito entre Palestina e Israel
http://g1.globo.com/videos/globo-news/dossie-globo-news/t/todos-os-videos/v/nascido-em-um-campo-de-refugiados-aponta-solucao-para-conflito-entre-palestina-e-israel/1727256/

Pilotos americanos deram aula de voo para terroristas do atentado de 11 de setembro
http://g1.globo.com/videos/globo-news/dossie-globo-news/t/todos-os-videos/v/pilotos-americanos-deram-aula-de-voo-para-terroristas-do-1109/1625810/

Ex-soldado americano comenta os terrores e injustiças da guerra do Iraque
http://g1.globo.com/videos/globo-news/dossie-globo-news/t/todos-os-videos/v/ex-soldado-americano-comenta-os-terrores-e-injusticas-da-guerra-do-iraque/1619167/

 Fonte: http://g1.globo.com/videos/globo-news/dossie-globo-news/
Acessado em 10 de dezembro de 2011

10 invenções humanas que mudaram o mundo



1º. Internet – Se você quisesse acessar a internet na década de 90, tinha que ouvir o barulinho chato do sinal dial-up. Não dava nem pra se conectar escondido dos pais. Toda a tecnologia por trás da internet, começou a vigorar em meados da década de 80, mas só ganhou um público considerável com a criação da “world wide web”, liberado pelo laboratório suíço CERN em 1991. E o resto, virou história, que pode ser encontrada na própria internet.

2º. O avião – Mesmo com os esforços de balonistas e pára-quedistas da época de 1800, foram os irmãos Wright que levaram a fama e pôr o mundo sobre asas, em 1903. Este feito é amplamente discutido, e o brasileiro Santos Dumont está na briga pelo posto de “pai da aviação”. Além de facilitar a viagem entre dois continentes, o vôo transformou o mundo num só.


3º. A energia nuclear – Em meados de 1930, uns físicos malucos, descobriram como era possível produzir energia através de uma minúscula partícula de urânio. Essa descoberta resultou na bomba nuclear, porém essa energia não deve ser relacionada somente à destruição. É preciso reconhecer que a descoberta trouxe benefícios à ciência nuclear.


4º. A eletricidade – Ninguém tem certeza do que realmente aconteceu na história envolvendo raios e relâmpagos, mas a verdade é que a descoberta de Benjamin Franklin, revolucionou o mundo de tal maneira que a humanidade não sobreviveria sem ela.



5º. O microprocessador – Numa enorme sala, havia um computador gigante, e cujo poder de processamento era menor que alguns celulares. Com o passar do tempo, os microprocessadores estão cada vez menores, e com muito mais poder de processamento, podendo executar várias tarefas simultaneamente.


6º. O Raio-X – Se, no século passado, alguém dissesse que era possível ver por dentro das pessoas sem abri-lo ou corta-lo, certamente seria acusado de bruxaria ou magia negra. Mas é por isso ser possível, que houve um significativo salto na medicina, já que com o Raio-X, pode-se descobrir doenças escondidas sob a pele.



7 º. A borracha – Encontrado pela primeira vez na América, tornou-se muito utilizada pela indústria automobilística, que consome praticamente 70% de toda a produção mundial de borracha. É extraída da seringueira, como um xarope, e depois de uma fase de cozimento, torna-se muito resistente.


8º. O ferro fundido – Apesar de ter seu início em datas diferentes por todo o mundo, a Idade do Ferro trouxe grandes mudanças para nossos dias. Tanto na agricultura como na guerra, houve uma maior facilidade através da utilização de instrumento feito com ferro fundido. Por ser um minério em abundância pelo mundo, houve um benefício maior aos que o exploraram.



9º. A pólvora – Na busca pelo composto que daria vida eterna, um alquimista chinês misturou enxofre, salitre e carvão. Não satisfeito, resolveu aquecer a mistura, a fim de fundir os materiais. O resultado: uma grande explosão que quase lhe custou a vida. Após a invenção da pólvora, a guerra não seria mais a mesma.


10º. O cartão magnético – É muito difícil imaginar fazer serviços de banco, compras ou viagens sem o uso de um cartão de crédito. Inventada pela IBM na década de 1960, para um sistema de segurança dos EUA, e encomendado pelo governo, essa faixa que repassa os dados criptografados sob a forma de minúsculos imãs é agora uma das tecnologias mais utilizadas no mundo. Na empresa onde trabalho, o controle de entrada e saída de funcionários é feito através de cartão magnético.

Fonte: http://www.guanabara.info/2009/06/as-10-tecnologias-que-mudaram-o-mundo/
Acessado dia 10 de dezembro de 2011

Sites sobre a Globalização


Textos sobre o processo de Globalização - o site é composto por diversos textos escritos por sociólogos, professores universitários, economistas, filósofos e geógrafos. Discutem a globalização em seus múltiplos aspectos. São vários pontos de vista, transformando o site num verdadeiro debate temático. Para quem quer obter informações e reflexões além dos textos didáticos.
Link: http://globalization.sites.uol.com.br/textos.htm

Globalização ontem e hoje - O site trata dos seguintes temas: o que é globalização, a globalização recente, primeira e segunda fases da globalização, desequilíbrios e perspectivas da globalização. Apresenta uma completa bibliografia sobre o assunto. Para quem quiser se aprofundar, o site apresenta um link sobre a nova ordem mundial.

Globalização e Mercosul - o web site aborda a questão dentro do contexto econômico do Mercosul. Produzido pela TV Cultura, para o programa Cenas do Século 20, o site apresenta uma série de sugestões para o professor trabalhar este tema em sala de aula, com seus alunos. Mostra também mapas, ilustrações e bibliografia.


Globalização - fala sobre o surgimento do conceito de globalização na década de 1980 e explica o processo de produção no mundo globalizado. Texto curto e didático. Bom para quem precisa de informações resumidas sobre este tema.

 
Acessado dia 10 de dezembro de 2011



Humor: Capitalismos

Capitalismo Ideal

Você tem duas vacas.
Vende uma e compra um touro.
Eles se multiplicam, e a economia cresce.
Você vende o rebanho, e aposenta-se rico!

Capitalismo Americano

Você tem duas vacas.
Vende uma e força a outra a produzir o leite de quatro vacas.
Fica surpreso quando ela morre.

Capitalismo Britânico

Você tem duas vacas.
As duas são loucas.

Capitalismo Holandês

Você tem duas vacas.
Elas vivem juntas, não gostam de touros e tudo bem.

Capitalismo Alemão

Você tem duas vacas.
Elas produzem leite regularmente, segundo padrões de quantidade e horário previamente estabelecido, de forma precisa e lucrativa. Mas o que você queria mesmo era criar porcos.

Capitalismo Russo

Você tem duas vacas.
Conta-as e vê que tem cinco.
Conta de novo e vê que tem 42.
Conta de novo e vê que tem 12 vacas.
Você pára de contar e abre outra garrafa de vodca.

Capitalismo Japonês

Você tem duas vacas.
Redesenha-as para que tenham um décimo do tamanho de uma vaca normal e produzam 20 vezes mais leite. Depois cria desenhos animados de vacas chamados Vaquimon e os vende para o mundo inteiro.

Capitalismo Suíço

Você tem 500 vacas, mas nenhuma é sua.
Você cobra para guardar a vaca dos outros.

Capitalismo Espanhol

Você tem muito orgulho de ter duas vacas.

Capitalismo Português

Você tem duas vacas.
E reclama porque seu rebanho não cresce...

Capitalismo Hindu

Você tem duas vacas.
Ai de quem tocar nelas.

Capitalismo Argentino

Você tem duas vacas.
Você se esforça para ensinar as vacas a mugirem em inglês... As vacas morrem. Você entrega a carne delas para o churrasco de fim de ano ao FMI.

Capitalismo Brasileiro (O melhor)

Você tem duas vacas.
Uma delas é roubada.
O governo cria a CCPV- Contribuição Compulsória pela Posse de Vaca. Um fiscal vem e lhe autua, porque, embora você tenha recolhido corretamente a CCPV, o valor era pelo número de vacas presumidas, e não pelo de vacas reais. A Receita Federal, por meio de dados também presumidos do seu consumo de leite, queijo, sapatos de couro, botões, presume que você tenha 200 vacas, e para se livrar da encrenca, você dá a vaca restante para o fiscal deixar por isso mesmo.

Fonte: http://www.solbrilhando.com.br/Curiosidades/Capitalismo.htm
Acessado dia 10 de dezembro de 2011

Mulheres lutam por igualdade nas Forças Armadas da Austrália



                                                                         07 de novembro de 2011 • 06h15 • atualizado às 07h12

A mulher australiana venceu um velho tabu e poderá ir para a frente de combate igual a qualquer outro soldado, mas as jovens que iniciam sua carreira militar ainda têm que enfrentar situações de discriminação e assédio sexual.

Um total de 74,1% das cadetes da Academia das Forças de Defesa da Austrália denunciou algum tipo de assédio sexual, principalmente em forma de brincadeiras e comentários obscenos, de acordo com um relatório da Comissão Australiana de Direitos Humanos divulgado nesta semana.

Desse total, 2,1% das entrevistadas confessaram ter sido vítimas de estupros e 4,3% admitiram que sofreram maus-tratos por se negarem a ter relações sexuais, embora a situação tenha melhorado desde 1998.

O governo ordenou esta investigação por causa do escândalo que sacudiu as Forças Armadas, após a divulgação na internet de imagens, gravadas em segredo, de uma cadete de 18 anos tendo relações sexuais com um militar, além de denúncias posteriores de casos semelhantes.

A abertura da investigação oficial não foi fácil e enfrentou o ministro da Defesa, Stephen Smith, e as Forças Armadas, mas o governo da primeira-ministra australiana, Julia Gillard, a primeira mulher a chefiar o Executivo na Austrália, se manteve firme.

Outro sinal da mudança que o governo trabalhista tenta promover foi a eliminação, em setembro, das restrições que impediam as soldados de ir para a frente de batalha.

Apesar dos avanços, a Austrália ainda tem problemas para derrubar todos os preconceitos e conseguir a plena integração da mulher nas Forças Armadas. A Academia das Forças de Defesa da Austrália oferece formação a jovens a partir dos 18 anos, dos quais apenas 20% são mulheres.

Segundo um relatório divulgado recentemente, os interessados saem do ambiente aberto da escola de ensino médio para o de um centro militar e, em geral, vêm de famílias nas quais a maioria dos pais não possui estudos universitários.

Nas Forças Armadas, compartilham dormitórios e serviços higiênicos e têm acesso a grandes quantidades de álcool sob "inadequados níveis de supervisão", de acordo com a Comissão Australiana de Direitos Humanos.

Os cadetes têm também, em geral, um conhecimento confuso das relações de gênero e dos limites de comportamento com suas colegas, que são constantemente tratadas como objeto sexual e se tornam alvo desses rapazes, segundo a investigação.

Um elemento novo no comportamento dos jovens militares australianos são as novas tecnologias, como os telefones celulares com câmeras fotográficas que permitem filmar e divulgar suas "façanhas" facilmente.

Para contribuir com a melhoria da condição da mulher nas Forças Armadas, a Comissão Australiana de Direitos Humanos apresentou 31 recomendações às autoridades.

A situação das militares é apenas um reflexo do que ocorre na Austrália, onde uma em cada cinco mulheres já foi vítima de assédio sexual em algum momento de sua vida.

Fonte:
http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5457982-EI17616,00-Mulheres+lutam+por+igualdade+nas+Forcas+Armadas+da+Australia.html
Acessado dia 6 de dezembro de 2011

RESENHA:

                                      Igualdade de Genêro: Luta feminina por direitos iguais


A igualdade de gêneros é algo que está evoluindo não só na Austrália mas, também em diversos países, claro que não com o mesmo ritmo, enquanto algums paises possuem mulheres na presidência como o Brasil, outros não as admitem nem no exercito. Na Austrália é bastante complicado. Por ser um pais de certa forma tradicional, sua cultura ainda não admite a igualdade de gênero nem dentro das forças armadas. Após ter conseguido a pouco tempo o direito de se quer participar das ações militares, agora o problema é enfrentar o preconceito e descriminação em relação aos homens. As mulheres sofrem muita repressão e são constantemente abusadas dentro da própria força armada de seu pais.

Como a noticia diz “A situação das militares é apenas um reflexo do que ocorre na Austrália, onde uma em cada cinco mulheres já foi vítima de assédio sexual em algum momento de sua vida”, o que evidencia a discriminação que as mulheres ,possuem ainda hoje no século XXI. E mesmo reconhecendo essa igualdade de direitos a homens e mulheres, a verdade é os direitos das mulheres continuam a ser violados, fruto de práticas culturais ancestrais que continuam em nossa sociedade atual. A visão tradicional é que o lugar das mulheres, tinham a nobre missão: procriarem e cuidarem do lar. Essa visão tradicional talvez esteja concretizada até hoje, principalmente pelo fato de que a Austrália é um dos países mais novos e que não teve tempo ainda de se desenvolver culturalmente, em relação a participação das mulheres na sociedade. Mas essa é uma conquista de um futuro próximo, no qual pode ser adiantada pela mobilização das próprias mulheres do pais. Pois é somente através de manifestações mais objetivas que podemos antecipar acontecimentos que nos gerem direitos benéficos para a sociedade, já que a mulher também faz parte dela.

A globalização em si, trouxe para nós um novo contexto de divisão do trabalho. Apesar da mulher de forma geral estar mais incluída no mercado de trabalho, ainda existem discriminações, através de algumas diferenças cruciais que mostra como essa situação de ascendência da mulher ainda é até hoje inferior, como, por exemplo: salários menores, cargas horárias maiores pelo mesmo salário, preferência de uma homem do que a uma mulher numa disputa por uma vaga de emprego, etc. Em muitos trabalhos, a mulher é discriminada pelo fato de que a profissão é culturalmente exercida por homens, e esta é vista como um ser frágil e incapaz de se igualar ao homem em questão de força.

Enfim, a igualdade de gêneros está aumentando cada vez mais. E é através do tempo que nós mulheres vamos ganhando espaço no mercado de trabalho e se igualando aos homens na questão dos direitos sociais.

Por lays Luchi.