Mostrando postagens com marcador Abril. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Abril. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 12 de abril de 2011

Charges sobre globalização - cartunista Maurício Ricardo

* Charges sobre globalização: Sequência de charges sobre a globalização.


Charge do cartunista Maurício Ricardo : Um brasileiro mostrando as conseqüência de um mundo globalizado para países dos terceiro mundo.Esses vídeos também podem ser encontrados no site: http://www.charges.com.br/
Charge Anti-Capitalismo - Quem manda no Brasil?


 Charge Anti-Capitalismo 2 - Banqueiros


 Charge Anti-Capitalismo 3 - Banqueiros


 Charge Anti-Capitalismo 4 - Dois mundos

Charge Anti-Capitalismo 5 - Relação patrão e empregado 



Charge Anti-Capitalismo 6 - Globalização fudendo o Brasil





Nova Zelândia pede investigação de protesto contra Petrobras


                                                                                    10 de abril de 2011 • 23h19 • atualizado às 23h46

O governo da Nova Zelândia pediu nesta segunda-feira (horário local) para a polícia investigar um protesto contra a Petrobras, que obrigou a empresa a suspender no domingo os trabalhos de prospecção no fundo marinho do norte do país. A ministra de Energia e Recursos neozelandesa, Hekia Perata, disse à imprensa local que a empresa brasileira tem direito a realizar tais trabalhos de pesquisa sísmica.

A Petrobras começou na semana passada a explorar jazidas de gás natural e petróleo em cerca de 12 mil km quadrados da bacia do rio Raukumara, em frente ao Cabo do Leste, após receber no ano passado permissão das autoridades. Desde então, uma pequena frota de cinco embarcações com 50 ativistas a bordo, entre eles membros do Greenpeace e de uma tribo maori que vive no Cabo do Leste, navega pela região.

As operações foram suspensas quando um grupo de ecologistas mergulhou diante da embarcação Orient Explorer, o que obrigou a empresa a parar os trabalhos por considerá-los perigosos.

Fonte:

http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5068573-EI17616,00-Nova+Zelandia+pede+investigacao+de+protesto+contra+Petrobras.html

RESENHA DA NOTÍCIA:

                            O exploração do meio ambiente

A noticia traz outra ação que é contra os princípios da globalização, o da exploração de recursos naturais por multinacionais.

Na situação em questão não é um ato xenofóbico, que seria caracterizado pela desaprovação da população por ter seus recursos naturais explorados por outro pais, mas sim por um grupo que  se preocupa com as conseqüências de tais explorações. A preocupação com o meio ambiente não se em caixa nos princípios da globalização, despreocupação que já gerou vários desastres ambientais.
Por Lucas Nascimento

Austrália anuncia novas medidas contra o cigarro


                                                                                     07 de abril de 2011 • 06h48 • atualizado às 08h16

Os pacotes de cigarro na Austrália terão cor verde-oliva e advertências sobre os perigos do hábito

O governo australiano vai reforçar ainda mais a legislação sobre o cigarro, que já é uma das mais rígidas do mundo, com a imposição da mesma cor para os pacotes, que também serão cobertos por advertências.

Os pacotes terão cor verde oliva, menos sugestiva para os fumantes segundo um estudo, anunciou a ministra da Saúde, Nicola Roxon. Além disso, 75% da frente do pacote e a totalidade da parte posterior serão cobertos por avisos sobre os perigos para os fumantes.

"A legislação restringirá os logotipos da indústria do tabaco, o uso de imagens, cores e textos impressos nos pacotes", declarou Nicola Roxon.

"As únicas coisas que diferenciarão um maço do outro serão a marca e o nome do produto, que sempre terão o mesmo tipo de letra". Caso a legislação seja aprovada, entrará em vigor em 2012.

A Austrália já proíbe a publicidade de cigarro e o fumo na maioria dos espaços públicos fechados.

Fonte:

http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5051717-EI17616,00-Australia+anuncia+novas+medidas+contra+o+cigarro.html

RESENHA DA NOTÍCIA:

                             O estado e a globalização

A noticia acima ilustra um exemplo de intervenção do Estado perante a globalização, está que tem como alguns de seus princípios o de livre comercialização sem intervenção do Estado.

A medida tomada pelo governo australiano, muito correta a meu ver, de reforçar a legislação sobre o cigarro, mesmo sendo uma das mais rígidas do mundo, a medida diz que os pacotes terão cor verde oliva, menos sugestiva segundo um estudo e 75% da frente do pacote e a totalidade da parte posterior conterão avisos, tornando os consumidores totalmente cientes das conseqüências que o produto pode vir a trazer e também não incentivar novos adeptos.

Por Lucas Nascimento

Em meio a protestos, bloco europeu pede austeridade fiscal a Portugal



                                                                            09/04/2011 11h58 - Atualizado em 09/04/2011 15h40

Ministros pediram 'compromisso' a Lisboa, em troca de ajuda financeira.Cerca de 30 mil foram às ruas de Budapeste protestar contra medidas.

Os ministros de Finanças dos países da União Europeia insistiram, neste sábado (9), que Portugal promova reformas e defenderam medidas de austeridade na região, enquanto milhares de trabalhadores europeus protestavam em Budapeste contra os cortes de gastos.

Os ministros das finanças e bancos centrais do bloco de 27 países, se reuniram no segundo dia de conversas informais próximo à capital da Hungria, em resposta à crise na zona do euro.

O encontro ocorreu após Portugal ter se tornado, na quarta-feira, o terceiro país da zona a pedir ajuda financeira à União Europeia e ao FMI.

Os ministros europeus disseram que, em troca de empréstimos emergenciais estimados em 80 bilhões de euros durante três anos, Lisboa teria que se comprometer com reformas estruturais mais profundas, buscando reduzir seu déficit orçamentário e suas dívidas a um nível sustentável.

"As regras são muito claras. Quem precisar da assistência dos outros países membros europeus e países membros da zona do euro terá que tomar medidas sustentáveis para reduzir o déficit, pois esta é a razão pela qual estão pedindo ajuda", disse à jornalistas o ministro das Finanças da Alemanha, Wolfgang Schaeuble.

Cerca de 30 mil pessoas de toda a Europa andaram pelo centro de Budapeste em protesto contra as medidas de austeridade fiscal, em manifestação organizada pela Confederação Europeia dos Sindicatos (ETUC, na sigla em inglês).

Manifestantes sopravam cornetas e gritavam frases como "Nós queremos empregos! Criem, não cortem (empregos)!"

Um dos manifestantes, Christian Guldentops, da CNE, o sindicato cristão belga, disse à Reuters: "Nós estamos vindo aqui para dizer não ao plano de Angela Merkel e Nicolas Sarkozy e ao plano de austeridade da União Europeia."

John Monks, secretário-geral da ETUC, disse que a Europa não deveria entrar em pânico com altas dívidas e disse que o custo de liquidar a dívida em países como a Grécia e a Irlanda é muito alto.

"Se estamos todos juntos, então o que os bancos, os mercados financeiros e os ricos e confortáveis estão fazendo? Nós queremos os mais largos ombros para suportar o fardo mais pesado, para que o peso não caia todo em cima dos pobres, dos mal pagos, dos desempregados..."

Fonte:

http://g1.globo.com/economia/noticia/2011/04/ue-quer-austeridade-fiscal-em-portugalsindicatos-protestam-1.html


RESENHA DA NOTÍCIA:

                      A crise em Portugal e a globalização


Depois da Grécia e da Irlanda, Portugal é o terceiro país a pedir ajuda à União Europeia e ao FMI. O empréstimo pode ultrapassar a quantia de 90 mil milhões de euros. A globalização atual, que muitas vezes facilita o comércio, acaba sendo o fator destruitivo de um país.

Segundo a notícia, Os ministros de Finanças dos países da União Européia, insistiram que Portugal promova reformas, além de defenderem medidas severas para a região. Eles também disseram que, em troca de empréstimos estimados em 80 bilhões de euros durante três anos, Lisboa teria que se comprometer com reformas estruturais mais profundas, buscando reduzir seu déficit orçamentário e suas dívidas a um nível sustentável.

Essas reformas estruturais, na tentativa de ajustar o país, acabam prejudicando a população, já que a alta nos preços, baixos salários e o desemprego são fatores conseqüentes da crise da globalização que miserabilizam a qualidade de vida da população.

Em protesto as medidas de austeridade fiscal, cerca de 30 mil pessoas de toda a Europa andaram pelo centro de Budapeste, movimento organizado pela Confederação Européia dos Sindicatos (ETUC, na sigla em inglês). Esse protesto é uma forma de dizerem um ‘não’ ao desemprego. A migração é uma das conseqüências da crise, por causa do desemprego e da pobreza, pessoas buscam melhores condições de vida em outros países. No caso, da crise em Portugal, brasileiros que vivem em lá, pensarem seriamente em voltar para o Brasil, onde a situação é de crescimento econômico.

Afinal, o que tem a globalização haver com o assunto? A globalização que temos hoje, ampliou a tecnologia e o mercado mundial, porém quando um país entra em crise, acaba prejudicando não só o bloco econômico em que está contido, mas também, os países. Isso levando em consideração a própria definição de globalização: interligação entre pessoas, empresas e países. A globalização então trará uma de suas conseqüências, a migração, esta é causada pelo desemprego, as pessoas procuram melhores condições de vida em países mais desenvolvidos.

Por Caroline Freitas

Equador expressa solidariedade por massacre em Realengo

                                 
                                                                                   09 de abril de 2011 • 21h38 • atualizado às 23h07

O governo do Equador expressou neste sábado uma "profunda solidariedade" com o governo do Brasil e seu povo, após o massacre de jovens estudantes em uma escola do Rio de Janeiro. O chanceler equatoriano, Ricardo Patiño, em declarações recolhidas no portal de internet da Secretaria de Comunicação da Presidência, repudiou o ato de "vandalismo" cometido na quinta-feira passada na Escola Municipal Tasso da Silveira, por um ex-estudante, que disparou à queima-roupa contra alunos de entre 12 e 14 anos.

"Estamos muito comovidos, muito tristes; do Equador enviamos uma saudação solidária ao povo brasileiro, a seu governo, expressamos nossa solidariedade à família das crianças assassinadas e também dos feridos", disse o chanceler. Para Patiño, parecia que estes atos de violência estavam limitados a certos países, mas disse que, é possível que "começam a se dispersar".

Opinou que a violência pode ter uma origem nos programas de televisão e assegurou que é a educação que deveria ser uma opção para imprimir valores positivos nos jovens. "Até quando vamos continuar danificando o coração e a mente das pessoas, pondo tanta violência na programação televisiva, de outros meios também, mas especialmente da televisiva?", se perguntou o chanceler equatoriano.

"Minha alma dói quando ligo o televisor e passo de um canal a outro e só vejo morte... A vida não é cheia de violência", refletiu, após criticar que esse tipo de programação possa calar em certas pessoas uma mensagem de vida. "Temos que fazer um trabalho em educação, em valores, mas também nos meios de comunicação, públicos e privados; começar a trabalhar em mais temas que tenham a ver com educação, com solidariedade, com a vida diária, com as comunidades mais que com a violência, porque ela nos faz muito dano", disse Patiño.

Fonte:

http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI5064408-EI17958,00-Equador+expressa+solidariedade+por+massacre+em+Realengo.html

RESENHA DA NOTÍCIA:
                                        Solidariedade

No dia 07 de abril, o coração do povo brasileiro encheu-se de horror com a noticia do que ocorreu no Rio de Janeiro, no bairro do Realengo. O massacre que, por si só já é horrível, nos incomodou ainda mais por ter sido em uma escola. E por ter ocorrido no Brasil.

Temos noticias desse gênero em diversos outros locais, mas nunca imaginaríamos que algo ocorresse em um país famoso por seu povo alegre e de bem com a vida. Mesmo que não sejamos somente isso. Como Patiño deixou bem claro, “estes atos de violência estavam limitados a certos países, mas é possível que tenham começado a se dispersar’”.

Patiño fez questão de deixar seu ponto de vista bem explicito com relação às informações veiculadas pela mídia: "Minha alma dói quando ligo o televisor e passo de um canal a outro e só vejo morte... A vida não é cheia de violência", diz. Ele ainda acrescenta: "Temos que fazer um trabalho em educação, em valores, mas também nos meios de comunicação, públicos e privados; começar a trabalhar em mais temas que tenham a ver com educação, com solidariedade, com a vida diária, com as comunidades mais que com a violência, porque ela nos faz muito dano".

A declaração feita por ele não nos traz nada de novo. A globalização nos proporciona visão bem ampla do mundo em que vivemos. Os veículos de comunicação estão a todo o vapor, em todo momento nos trazendo noticias novas, mas na maioria das vezes, estas são desagraveis.

Por Matheus Ribeiro

Recuperação do Japão pode levar até cinco anos, diz Banco Mundial

                                                                                                
                                                                                                                21 de março de 2011 | 17h 18

WASHINGTON - A reconstrução do Japão após o terremoto seguido de tsunami em 11 de março pode levar até cinco anos, ante um prejuízo que pode chegar a US$ 235 bilhões (cerca de R$ 392 bilhões), informou um relatório do Banco Mundial divulgado nesta segunda-feira, 21.

O terremoto e o tsunami, seguidos de uma crise nuclear ainda em curso, prejudicaram as cadeias produtivas de indústrias automotivas e eletrônicas. Além disso, "os danos ocorridos em habitações e infraestrutura foram sem precedentes", diz o relatório.

O número de mortos, que pode chegar a 15 mil, e os prejuízos devem ser mais do que o dobro dos causados pelo terremoto de Kobe, em 1995. As companhias de seguros devem arcar com apenas uma pequena parte dos custos, deixando a maioria do prejuízo a ser coberta pelo governo e pela população, aponta o documento.

Em contrapartida, a conclusão do relatório é que o impacto da tragédia no crescimento japonês provavelmente será "temporário" e terá efeito "limitado" na economia regional.

'Esforço acelerado'

"A experiência passada do Japão sugere um esforço acelerado de reconstrução", diz comunicado do Banco Mundial. "Neste ponto, esperamos que o impacto econômico do desastre no leste asiático seja de razoável curta duração. No futuro imediato, o maior impacto será em comércio e finanças."

O relatório estima que a tragédia vai reduzir em 0,5 ponto percentual o crescimento econômico japonês de 2011, mas calcula que o país volte a crescer na segunda metade do ano.

Um problema-chave de curto prazo a ser combatido no país é a inflação, estimulada pelos aumentos nos preços de commodities e alimentos. Mas, diz o banco, "se o terremoto de Kobe serve como guia histórico, o comércio japonês foi reduzido por apenas alguns trimestres".

BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

Fonte:

http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,recuperacao-do-japao-pode-levar-ate-cinco-anos-diz-banco-mundial,695163,0.htm

RESENHA DA NOTÍCIA:
                                     Japão em crise

Como podemos ver na reportagem o Japão terá uma reestruturação não demorada, diferente de alguns outros países, que demorariam bem mais de 5 anos para se reestruturar, e já pensam que na segunda metade do ano o país volta a crescer, ou seja quem tem ‘Money’ tem certeza de tudo!

A Reconstrução do país é realizado por partes, onde uma parte do prejuízo é coberta pelo governo, uma outra parte pelas companhias de seguro etc.

Depois do terremoto e o tsunami, seguidos de uma crise nuclear, onde esses fatos causaram mais de 15 mil mortos. O Japão passa por uma crise na Indústria japonesa e produtos agrícolas de onde vêm suas principais rendas do país.

Pelo percentual dado na noticia na parte do ‘ Esforço Acelerado ‘, podemos observar que o Japão tem uma reserva feita com o objetivo de ser utilizada nessas situações, ou seja o crescimento econômico Japonês estará em crise por alguns trimestres, depois voltara normalmente como a primeira maior economia Asiática e segunda maior mundial.

Por Geovanna Slompo

México deve parar de combater traficantes que buscam EUA, diz ex-chanceler


                                                                                                                 08 de abril de 2011 | 19h 39

Segund Jorge Castañeda, consumo americano estimula ação dos criminosos no México.

O ex-ministro das Relações Exteriores do México Jorge Castañeda disse nesta sexta-feira que as autoridades mexicanas deveriam parar de enfrentar os traficantes que vendem seus produtos para os Estados Unidos.

"Eu acho que o governo deveria concentrar seus poucos recursos no combate a crimes que afetam a sociedade mexicana e deixar os traficantes fazerem seu negócio. O negócio deles é levar a droga para os Estados Unidos", disse o ex-ministro ao programa World Today, da rádio BBC.

Castañeda, um acadêmico que foi chanceler durante o governo do ex-presidente Vicente Fox e é um críticos severo do atual presidente, Felipe Calderón, diz que é chegada a hora de o governo americano assumir parte do custo na guerra mexicana contra as drogas.

"Se os americanos não gostam disso (do tráfico de drogas), deixe que consertem seu próprio país. Não faz sentido continuarmos (a combater os traficantes) enquanto os americanos não diminuem seu consumo (de drogas). Eles não vão diminuir", disse o ex-chanceler.

"O que é incompreensível é por que o México declarou uma guerra terrivelmente cara contra as drogas que são consumidas pelos americanos. Deixe que os americanos façam isso se eles quiserem. E eu não acho que eles querem", afirmou Castañeda.

As declarações acontecem na semana em que milhares de manifestantes foram à ruas em 20 cidades no México em campanha contra à violência relacionada ao tráfico no país.

Cerca de 35 mil mexicanos morreram em conflitos violentos ligados às drogas desde que o presidente Calderón começou a enviar o Exército para lutar contra os cartéis, em dezembro de 2006.

Cooperação

A sugestão de Castañeda foi rejeitada pelo Procurador-Geral do Estado americano do Arizona, que faz fronteira com o México, Tom Horne. Para ele, as polícias americana e mexicana precisam se unir contra os traficantes.

"Acho que as suas declarações (de Jorge Castañeda) de que nós (os americanos) não estamos lutando na guerra contra as drogas são muito injustas", disse Horne à BBC.

"Temos que lutar contra as drogas nos dois lados da fronteira. O governo mexicano não tem a opção de se render e dizer `ok, podem traficar drogas que nós não iremos interferir'."

Horne afirmou que o problema enfrentado no México é "um desafio à sua soberania" e, citou o exemplo da Colômbia, que tinha problemas sérios com o tráfico e conseguiu vencer parte de suas dificuldades colaborando com o governo americano.

"Eles (os colombianos) prendiam os traficantes de drogas na Colômbia e os extraditavam para serem julgados nos Estados Unidos. Se o México trabalhar tão bem com os Estados Unidos como a Colômbia trabalhou, essas pessoas podem ser derrotadas", afirmou.

Legalização

O Procurador-Geral do Arizona não acredita que a legalização das drogas é uma alternativa viável contra o tráfico.

Segundo ele, uma empresa de drogas legalizada não conseguiria competir com os cartéis ilegais, porque teria que incorrer em custos como impostos, conseguir aprovação do governo para funcionar e provavelmente não poderia vender o produto para jovens.

"Não há produto legal que consiga manter o preço das boas e velhas drogas contrabandeadas", disse.

Na opinião do procurador, a melhor solução para o problema é a educação de jovens sobre a violência gerada por drogas como a maconha.

"(Eles) precisam entender que, se consomem produtos como a maconha, que financia ações criminosas, eles estarão ajudando estas organizações a cometer assassinatos e decapitações", afirmou.

Fonte:

http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,mexico-deve-parar-de-combater-traficantes-que-buscam-eua-diz-ex-chanceler,703776,0.htm

RESENHA DA NOTÍCIA:
                                 Legalidade do que é legal

As drogas tornaram-se algo tão natural para a sociedade que até mesmo na economia elas estão inclusas.

A maior economia mundial enfrenta sérios problemas com drogas. Os Estados Unidos importa-as ilegalmente do México, que gasta uma soma altíssima de dinheiro para combater o tráfico em sua fronteira, mas percebeu que todo o seu trabalho e todos os gastos implicados nisso não adiantam muita coisa.

Atualmente, o México revoltou-se com sua situação, e resolveu parar com toda a campanha que vinha desenvolvendo contra o uso e o contrabando de drogas para os Estados Unidos, e com isso interromper o gasto sem sentido que afunda cada dia mais as suas finanças.

"Se os americanos não gostam disso (do tráfico de drogas), deixe que consertem seu próprio país. Não faz sentido continuarmos (a combater os traficantes) enquanto os americanos não diminuem seu consumo (de drogas). Eles não vão diminuir", disse o ex-chanceler, o Sr. Jorge Castañeda.

Acusado de ociosidade pelo México, os Estado Unidos rebate dizendo que se os mexicanos planejam vencer a “crise” causada pelas drogas, deveriam aceitar toda e qualquer ajuda que pudesse obter dos norte-americanos, e cita como exemplo a Colômbia, que conseguiu vencer o trafico na fronteira contando com a ajuda deles.

No resultado dessa disputa, o México introduz o conceito da liberação de drogas, mesmo sabendo que ainda assim o país teria um prejuízo bem alto, visto que apesar de legais, as drogas teriam que passar por todo um processo antes de estar a venda para qualquer cidadão usar, e não poderia ser vendida para menores de idade. “Não há produto legal que consiga manter os preços das boas e velhas drogas contrabandeadas”.

Se for assim a resolução dos problemas, quando vão legalizar a prostituição, também?

Por Matheus Ribeiro

segunda-feira, 11 de abril de 2011

LIVRO – GLOBALIZAÇÃO:AS CONSEQUÊNCIAS HUMANAS – ZYGMUNT BAUMAN

LIVRO – GLOBALIZAÇÃO:AS CONSEQUÊNCIAS HUMANAS – ZYGMUNT BAUMAN

 


Livro de Zygmunt Bauman, sobre a globalização, fornecendo-nos um “mapa”sobre a mesma. O livro é, em alguns aspectos ligeiramente datado, mas, apesar disso, resiste ao tempo e ajuda a explicar muita coisa.
Edição Brasileira. JORGE ZAHAR Editores, uma editora Brasileira, 1999, 146 páginas.
É um livro que apresenta uma perspectiva da globalização, mas orientado para mostrar várias dimensões da mesma. Olhando para a época em que foi escrito e olhando para a realidade actual torna-se um exercício curioso de análise comparativa do que era uma certa visão, e do que é o mundo actual.

Livros sobre a Globalização

Globalização , Democracia e Terrorismo
Autor: Hobsbawm, Eric
Editora: Companhia das Letras

Globalização - As Conseqüências Humanas
Autor: Bauman, Zygmunt
Editora: Jorge Zahar

Geografia Geral e do Brasil - Espaço Geográfico e Globalização
Autor: Sene, Eustaquio de; Moreira, Joao Carlos
Editora: Scipione

Como o Futebol Explica o Mundo - Um Olhar Inesperado Sobre a Globalização
Autor: Foer, Franklin
Editora: Jorge Zahar

História do Século XX - A Caminho da Globalização e do Século XXI
Autor: Berstein Serge
Editora: Nacional

A Globalização da Natureza e a Natureza da Globalização
Autor: Porto-gonçalves, Carlos Walter
Editora: Civilização Brasileira

Globalização: O que é isso, afinal? - Coleção Desafio
Autor: Strazzacappa, Cristina
Editora: Moderna

Globalidade - A Nova Era da Globalização
Autor: Sirkin, Harold L.
Editora: Nova Fronteira

Continente em Chamas - Globalização e Território na América Latina
Autor: Silveira, Maria Laura
Editora: Civilização Brasileira

Globalização: Como Dar Certo
Autor: Stiglitz, Joseph E.
Editora: Companhia das Letras

A Globalização e o Capitalismo Contemporâneo - Coleção Debates & Perspectivas
Autor: Costa, Edmilson
Editora: Expressão Popular

A Última Floresta - A Amazônia na Era da Globalização
Autor: London, Mark
Editora: Martins Editora

As Origens da Globalização da Economia - Série Entender o Mundo
Autor: Adda, Jacques
Editora: Manole

Globalização - Estado Nacional e Espaço Mundial - Coleção Polêmica
Autor: Magnoli, Demetrio
Editora: Moderna

Globalização, Regionalização e Soberania
Autor: Lewandowski, Enrique Ricardo
Editora: Juarez de Oliveira

A globalização e pólo calçadista de Nova Serrana

- Animação rápida que fala sobre a globalização e pólo calçadista de Nova Serrana

População da Índia cresce 'um Brasil' em dez anos

                                                                                            
                                                                                                      Publicado 31 de março de 2011 | 8h 12

Número de habitantes do país cresceu 181 milhões em uma década e chegou a 1,2 bilhão

NOVA DÉLHI - A população da Índia aumentou 181 habitantes na última década, quase o equivalente ao número de pessoas que vivem no Brasil, indicam os resultados do censo de 2011 do país asiático.

Nos últimos dez anos, a população indiana cresceu quase o mesmo que a população total do Brasil, de pouco mais de 190 milhões de habitantes, segundo os dados mais recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). Com uma população de 1,21 bilhão, a Índia tem mais habitantes que os EUA, Brasil, Paquistão e Bangladesh juntos. É o segundo país mais populoso do mundo, atrás apenas da Índia.

O censo da Índia, feito a cada dez anos, é o maior do mundo. Cerca de 2,5 milhões de funcionários visitaram as residências em cerca de 7 mil cidades e 600 mil vilarejos. Desde 1872, o levantamento é a principal fonte de informações da Índia, não apenas para formulação de políticas públicas por parte do governo, como também para a tomada de decisões estratégicas do setor privado.

No ano passado, todas as pessoas com mais de 15 anos de idade foram fotografadas e tiveram suas impressões digitais recolhidas para criar um banco de dados biométricos. O governo usará as informações para emitir carteiras de identidade para os indianos semelhantes às que são usadas no Brasil.

Entre as dificuldades do exercício, estão o alto nível de analfabetismo entre a população, milhões de moradores sem-teto, assim como a ameaça de violência em áreas do país disputadas por movimentos insurgentes.

BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

Fonte:

http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,populacao-da-india-cresce-um-brasil-em-dez-anos,699821,0.htm

RESENHA DA NOTÍCIA:

                      A Índia e o crescimento populacional

Como sabemos os Asiáticos vêem sempre surpreendo o mundo não só com suas tecnologias mais também com seu grande aumento populacional. Lembrando que alem disso a Ásia é o maior continente do mundo com cerca de, 29,4% das terras emersas facilitando esse grande crescimento.

O que me chamou atenção na noticia acima foi o grande aumento populacional em 10 anos na Índia, com um crescimento de 181 milhões, como diria no titulo da noticia, Índia cresce ’ um Brasil’ em 10 anos, sendo que juntando toda essa quantidade de habitantes a Índia fica com uma população maior que a do nosso país e mais 3 outros, dentre eles ( EUA, Paquistão e Bangladesh ).

Os dados desse crescimento foram retirados do censo da Índia que é realizado a cada 10 anos e que é a maior do mundo. Podemos notar que não é só a população que vem crescendo na Índia e sim sua economia. A Índia vem em segundo lugar numa colocação onde os primeiros 3 países com a maior economia do mundo são Asiáticos .

Mesmo com toda essa ‘gloria’ os Asiáticos passam por algumas situações comuns entre países não só subdesenvolvidos mais também desenvolvidos, que seriam um alto índice de Analfabetismo, uma grande população de moradores de ruas chamados de ‘ sem-teto’ dentre outros acontecimentos naturais dos países não com uma quantidade elevada mais sempre presente.

Por Geovanna Slompo

Obama tenta recuperar influência dos EUA na América Latina


                                                                                                                                  15/03/2011 - 17h08

WASHINGTON, 15 Mar 2011 (AFP) -O presidente Barack Obama tentará recuperar a influência americana na América Latina em sua primeira viagem regional de cinco dias por Brasil, Chile e El Salvador, um périplo cheio de simbolismo político e pouca essência, segundo analistas.

Obama, em seu segundo ano na presidência, encontrará uma América Latina com várias democracias sólidas, que pôde enfrentar a crise econômica mundial e com crescentes ligações comerciais com países como China e Índia, que tiraram os Estados Unidos de áreas onde antes dominavam.
"Há um reconhecimento de que os Estados Unidos já não têm a influência que tiveram", afirmou Michael Shifter, presidente do centro de análise Diálogo Interamericano, durante um debate.
"A pergunta com essa viagem é se os Estados Unidos serão capazes de superar os temas que os impediram de ser a peça mais importante do jogo, sobretudo na América do Sul", estimou.

Obama partirá na sexta-feira na viagem que o levará a Brasília, Rio de Janeiro, Santiago e San Salvador, quando ainda goza de alta popularidade na América Latina, e quase dois anos depois de uma primeira viagem ao México e a Trinidad e Tobago, durante a Cúpula das Américas.
Um dos problemas que Obama tem nas mãos é o fato de que em vários dos temas mais importantes para a região, como migração, luta antidrogas e comércio, não tem mais coisas a mostrar.
"Os Estados Unidos não estão em posição de oferecer grandes projetos de cooperação com a região", informou Kevin Casas-Zamora, analista do Brookings Institute.
A viagem terá "muito simbolismo político e escassa essência", afirmou.

Obama teve ultimamente uma agenda cheia, internamente com a progressiva hostilidade da oposição republicana, e externamente com as rebeliões no norte da África e Oriente Médio, e o terremoto no Japão, tanto que a Casa Branca teve de confirmar a viagem nesta terça-feira.
Não é surpresa então que "nos últimos dois anos, a agenda americana para a América Latina teve um certo abrandamento", disse Casas-Zamora.

A etapa mais importante da viagem é o Brasil, onde "buscará acabar com as múltiplas tensões surgidas nas relações" com um país que adquiriu relevância mundial, estimou Peter Hakim, presidente emérito do Diálogo Interamericano.

Obama teve divergências com o Brasil sobretudo no tema nuclear iraniano, apesar de também ter se chocado com o país pela política em relação a Cuba e no golpe de Estado em Honduras, mas a presidente Dilma Rousseff, mais pragmática que seu antecessor Luiz Inácio Lula da Silva, está abrindo uma oportunidade de aproximação, segundo os analistas.

"O Brasil já não é um país emergente. Já emergiu, e os Estados Unidos e o Brasil devem aprender a se tratar em um nível diferente", disse Paulo Sotero, diretor do Instituto Brasil do centro Woodrow Wilson.
Obama também prevê fazer um discurso em Santiago para assentar as bases das novas relações com o continente. Mas os países latino-americanos estarão mais atentos ao que ele vai dizer no Brasil, porque será o termômetro que mostrará se as políticas para a região "mudaram ou não", disse Hakim.
O presidente americano fará escala no Chile para destacar os progressos políticos, econômicos e sociais chilenos como um exemplo na região, indicaram os analistas.

E sua escala em El Salvador será dominada pela batalha contra o crime organizado e o narcotráfico.
As restrições orçamentárias americanas lhe impedirão de comprometer mais recursos para a região, mas certamente oferecerá uma "maior coordenação regional (...) que inclui Colômbia e México como atores cruciais" na luta antidrogas, disse Casa-Zamora.
Além disso, nesta viagem se beneficiará da fragilidade da campanha anti-americana do governo venezuelano de Hugo Chávez e seus aliados, opinou Hakim.
Obama evitará referir-se a Cuba e Venezuela e outros países antagonistas e focará em países com projetos exitosos, concluiu Shifter.

Fonte:
http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/afp/2011/03/15/obama-tenta-recuperar-influencia-dos-eua-na-america-latina.jhtm

RESENHA DA NOTÍCIA:

                                 Influência e poder

Um país como os EUA, que tem grande importância no contexto mundial, conhecido como o país da contemporaneidade, onde a tecnologia é uma das mais avançadas, a educação é uma das melhores e o mercado de trabalho é o mais aberto e o que gera mais lucro para o trabalhador, é visto por muitos como o paraíso, ou quase isso.

Os Estados Unidos cresce cada vez mais não só economicamente, mas também no seu poder de manter tudo e todos voltados para ele próprio, sua influencia para com o mundo pode ser notada em qualquer parte. Esse domínio “intelectual” e “cultura”, atinge boa parte do mundo, é como se nós já estivéssemos inseridos na sua cultura, alias são eles quem moldam os padrões da nossa sociedade, desde a roupa que vestimos, o filme que assistimos e a comida que comemos. Mas de acordo com a noticia publicada pelo jornal on-line OUL noticias no dia 15 de março de 2011, vemos que a influencia econômica e política dos EUA está em baixa, pois os países nos quais possui um maior domínio (influencia) já não estão mais seguindo tanto os seus padrões socio-economicos. Michael Shifter, presidente do centro de análise Diálogo Interamericano afirma que "Há um reconhecimento de que os Estados Unidos já não têm a influência que tiveram".

 Nos países em desenvolvimento da América Latina, de acordo com a noticia, possuem várias democracias sólidas, que pôde enfrentar a crise econômica mundial e com crescentes ligações comerciais com países como China e Índia, tiraram os Estados Unidos de áreas onde antes dominavam. Os EUA agora têm alguns concorrentes em relação ao mercado financeiro, a China tem sido seu principal “rival” nessa corrida pelo poder. No Brasil, a China tem sido atuante, o que de certa forma diminui a influência dos EUA no nosso país. Mas como todo e bom jogador, nunca da o braço a torcer, os EUA tenta recuperar o que perdeu, como vimos na noticia anterior a esta (EUA não se intimidam com presença da China na América Latina) os EUA tem se mostrado confiante em si de não perder seu lugar para a China, pelo menos não em relação ao Brasil. O que resta a nós, é esperar das nossas autoridades, que elas façam o melhor para o país. Se os EUA ou a China vai “ganhar” o jogo, ninguém sabe, o que se espera é que em breve, não sejamos tratados como uma peça, mas como um jogador.

De acordo com a noticia, Paulo Sotero, diretor do Instituto Brasil do centro Woodrow Wilson, afirma "O Brasil já não é um país emergente. Já emergiu, e os Estados Unidos e o Brasil devem aprender a se tratar em um nível diferente". Apesar de toda essa desigualdade de níveis, talvez estamos subindo os degraus para chegar ao primeiro mundo mais rápido do que pensamos, e quem sabe um dia influenciar e não ser influenciado.

Por Lays Luchi

FILME: MONDOVINO

Título original: Mondovino
Duração: 135 minutos (2 horas e 15 minutos)

Gênero: Documentário

Direção: Jonathan Nossiter

Ano: 2004

País de origem: FRANÇA

Sinopse: Bordeaux, Napa, Florença, Toscana, Cafayate (Argentina) e Pernambuco. Através destas regiões o diretor Jonathan Nossiter apresenta os caminhos do vinho e a globalização dos sabores. Histórias de grandes vinicultores como a família Mondavi, o maior produtor de vinho da California, e também de pequenos como a família De Montilli, que luta para manter suas terras e as características de seu vinho.

FILME: O QUE VOCÊ FARIA?

Título original: El Método
Duração: 115 minutos (1 hora e 55 minutos)

Gênero: Drama

Direção: Marcelo Piñeyro

Ano: 2005

País de origem: ARGENTINA / ESPANHA / ITÁLIA

Sinopse: Sete executivos disputam uma única vaga em uma empresa. Eles chegam para o teste de seleção no mesmo dia em que Madri é movimentada devido a marchas de protesto contra a globalização e a política monetária do FMI, que realiza sua reunião no mesmo prédio em que estão. Logo os candidatos são informados que serão submetidos a uma seleção diferente, chamada de Método Grönhom. Nele o grupo é deixado a sós em uma sala, sendo promovidos vários testes via computador que têm por objetivo analisar a interação entre eles. De início todos acreditam ter total controle sobre seu comportamento e emoções, mas os jogos os colocam em situações-limite que, aliado ao fato de saberem estar sendo observados, os colocam em um nível de tensão insuportável

FILME: ENCONTRO COM MILTON SANTOS OU O MUNDO GLOBAL VISTO DO LADO DE CÁ

Título original: Encontro com Milton Santos ou O Mundo Global Visto do Lado de Cá

Duração: 89 minutos (1 hora e 29 minutos)

Gênero: Documentário
Direção: Sílvio Tendler

Ano: 2007

País de origem: BRASIL

Sinopse:O filme trata do processo de globalização com base no pensamento do geógrafo Milton Santos, que, por suas idéias e práticas, inspira o debate sobre a sociedade brasileira e a construção de um novo mundo.

FILME: A BATALHA EM SEATTLE


Título original: Battle in Seattle

Duração: 100 minutos (1 hora e 40 minutos)

Gênero: Drama

Direção: Stuart Townsend

Ano: 2007

País de origem: EUA / CANADÁ

Sinopse: O filme baseado num romance policial é ambientado em 1999 durante o encontro da Organização Mundial do Comércio em Seattle, e relata a história de um eclético grupo de ambientalistas, anarquistas e curiosos em uma das manifestações antiglobalização mais célebres dos últimos anos, que terminou em caos generalizado.

Vozes Contra a Globalização - Os Senhores do Mundo / Los Amos del Mundo


- Documentário sobre a globalização (legendado)

1/5 - Ep.1 - Vozes Contra a Globalização - Os Senhores do Mundo / Los Amos del Mundo


2/5 - Ep.1 - Vozes Contra a Globalização - Os Senhores do Mundo / Los Amos del Mundo


3/5 - Ep.1 - Vozes Contra a Globalização - Os Senhores do Mundo / Los Amos del Mundo


4/5 - Ep.1 - Vozes Contra a Globalização - Os Senhores do Mundo / Los Amos del Mundo


5/5 - Ep.1 - Vozes Contra a Globalização - Os Senhores do Mundo / Los Amos del Mundo




EUA não se intimidam com presença da China na América Latina


                                                                                                                                   17/03/2011 - 20h59

Os Estados Unidos não temem a competência econômica e política da China na América Latina e acreditam que "convém" à região contar com mais fontes de investimentos e destinos de exportação, afirmou nesta quinta-feira o Departamento de Estado norte-americano, dias antes da visita do presidente Barack Obama Brasil, Chile e El Salvador.

"Todos nos beneficiamos com o comércio internacional porque vivemos em um mundo globalizado", destacou o subsecretário de Estado para Assuntos da América Latina, Arturo Valenzuela, durante uma teleconferência concedida à imprensa.

O diplomata descartou que a visita do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, à América Latina tenha entre seus objetivos neutralizar a crescente presença econômica da China no subcontinente.

Segundo Valenzuela, seu país está interessado nos mercados latino-americanos como frente de exportações. Portanto, Washington considera que "o crescimento econômico é fundamental para as nações da região" que "isso se alcança exportando".

O subsecretário ainda afirmou que aos Estados Unidos "também convém" contar com "economias muito mais dinâmicas" na América Latina.

Na mesma coletiva, Valenzuela destacou que o presidente norte-americano, mesmo diante da crise nuclear do Japão, está "comprometido" com sua visita à região e que não pensa em cancelar a viagem que começa no sábado.

Ele ainda comentou que "a importância que Obama dá à América Latina pode ser percebida claramente pelo fato de que, efetivamente, esta viagem segue em pé apesar de todas as complicações que vemos em nível internacional".

Fonte:
http://www1.folha.uol.com.br/mundo/890355-eua-nao-se-intimidam-com-presenca-da-china-na-america-latina.shtml

RESENHA DA NOTÍCIA:

                      A globalização foi feita para todos?

Estados unidos e China, grandes competidores na corrida do acúmulo de capital. A noticia publicada no jornal O FOLHA, através da internet no dia 17 de abril de 2011, nos faz perceber apenas ao ler seu titulo: “EUA não se intimidam com presença da China na América Latina”, que talvez a globalização não seja tão simples quanto pensamos. O titulo da uma idéia de guerra, mas não de um guerra armada, mas ,uma guerra em que o objetivo principal é o domínio dos mercados internacionais digamos mais fracos, com o objetivo de “sugar” o que puder dele: mercado consumidor,mão-de-obra barata, matéria-prima e é claro seu capital.

Uma das afirmações ditas por Arturo Valenzuela (subsecretário de Estado dos EUA) me chamou muita atenção ao destacar que: ”Todos nós nos beneficiamos com o comércio internacional porque vivemos em um mundo globalizado". Eu concordo plenamente que o mundo globalizado nos proporciona muitos benefícios e o principal deles é a possibilidade de fazer comercio com um mundo sem fronteiras. Mas o que devemos nos preocupar com essas propostas de “ajuda” é: Quem sairá ganhando no final?

A América Latina vista internacionalmente, é um lugar com poucas perspectivas em relação ás potências, e que não cresce devido ao grande número populacional e seus problemas sociais (tráfico de drogas e armas, violência, descaso do governo para com a sociedade, analfabetismo, etc...). Diante disso, vemos a preocupação dissimulada dos EUA com a América Latina. Está mais que claro que essa “preocupação”, não passa de uma jogada para conquistar seus governantes e os persuadirem que a melhor coisa a se fazer é realizar tratados comerciais, permitir a entrada de suas multinacionais e facilitar a entrada de seus produtos, para que ambos saiam ganhando. Mas nem sempre somos nós que saímos com a maior parte do lucro, essa é a visão que temos quando vemos uma oferta, intitulada como ajuda pra nosso crescimento econômico, mas por trás disso tudo, o interesse dos EUA é seu próprio benefício, tanto lucrativo, quanto em relação ao seu poderio, pois quanto mais damos liberdade para eles, mais eles vão tomando conta e dominando nosso país pelo fato de passarmos a ser dependentes de seus acordos.

Até que ponto essa corrida das potências vai chegar? Até elas dominarem o mundo de uma vez? Acho que senão, quase isso. Pois podemos perceber através da noticia lida que os países da America Latina, são como peças de um jogo, em que são manipuladas. É como esses países não tivessem escolha, e aceitassem o domínio das potências, como alternativa para melhorar seu país, mas isso é melhor para eles do que para nós.

Portanto, a globalização de certa forma é injusta, pois quem tem mais, ganha e domina mais. Quem tem menos é apenas dominado. Para você leitor fica para a reflexão a pergunta: A globalização foi feita para todos? Se quiser postem nos comentários.

Por Lays Luchi

Forças pró-Kadhafi atacam cidade de Ajdabiyah na Líbia


                                                                              09/04/2011 07h56 - Atualizado em 09/04/2011 11h32

Cidade está tomada pelos rebeldes que combatem o ditador.
 Na véspera, oposicionistas pediram mais comunicação com tropas da Otan.

Forças leais ao ditador Muammar Kadhafi bombardearam os subúrbios a oeste da cidade rebelde de Ajdabiyah neste sábado (9) na Líbia. Pacientes e funcionários tiveram de ser retirados do hospital da cidade, segundo testemunhas.

Tomada pelos rebeldes antigoverno, a cidade fica no caminho da fortaleza dos rebeldes, Benghazi.A rede Al Jazeera afirmou que as forças de Kadhafi entraram em Ajdabiyah.

Um navio da Cruz Vermelha conseguiu atracar em Misrata neste sábado, carregando medicamentos suficientes para tratar 300 pacientes com ferimentos a bala.

Misrata, o único grande reduto rebelde no oeste da Líbia, está sitiada pelas forças de Kadhafi há semanas. Insurgentes disseram na sexta-feira que rebateram um ataque na fronteira leste da cidade após intensas batalhas que causaram a morte de cinco pessoas.

Os rebeldes disseram que pretendem tomar o controle de Brega neste sábado, e que alguns já entraram nos subúrbios da cidade.

Ataques aéreos da Otan atingiram depósitos de armamentos das forças de Kadhafi no oeste líbio na sexta-feira, disse um morador.

A Líbia enfrenta uma guerra civil desde o começo deste ano, quando manifestações pedindo a renúncia do ditador Kadhafi, há 42 anos no poder, se transformaram em confrontos violentos e passaram a ser reprimidas com força pelo regime.

Em 17 de março, a Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou uma resolução que valida quaisquer medidas necessárias, inclusive militares, para impedir um massacre de civis.

Dois dias depois, a coalizão internacional liderada por Estados Unidos, França e Grã-Bretanha começou a bombardear a Líbia. O comando da operação passou para a Otan. Os ataques aliados fragilizaram as forças pró-Kadhafi, mas não foram suficientes para permitir um avanço militar rebelde, criando um impasse no campo de batalha.

Nesta sexta (8), após bombardeios da Otan terem matado e ferido rebeldes, os oposicionistas pediram mais comunicação com as tropas aliadas.

Fonte:
http://g1.globo.com/revolta-arabe/noticia/2011/04/forcas-pro-kadhafi-atacam-cidade-de-ajdabiya-na-libia.html

RESENHA DA NOTÍCIA:

                                      Conflitos na Líbia

É interessante falar de acontecimentos no continente africano, nesse momento em que prováveis marcos históricos estão acontecendo.

Como visto acima, tomamos aqui a questão da Líbia, excessivamente noticiada nos jornais de todo o mundo. A Líbia é um país árabe que atualmente passa pela ditadura de Muammar Kadhafi, líder de estado que assumiu o poder em 1969 após aplicar um golpe de estado e se mantém no poder durante mais de 40 anos, passando por muitas acusações em relação ao envolvimento com terrorismo. As revoltas que se iniciaram na Tunísia, atingiram outros países árabes sob regime ditatorial como Síria, Argélia, Omã, Egito, entre outros a Líbia. No país de Kadhafi, revoltas começaram a surgir no leste, onde historicamente sua popularidade não é muito elevada. Essas revoltas orquestradas pelos chamados "conselhos populares", são constituídas pela população como um todo, mostrando a insatisfação popular com relação ao governo vigente. A rebeldia dos habitantes foi respondida com repressão armada violenta do governo, as forças pró-Kadhafi.

A notícia acima fala sobre um conflito armado que ocorreu recentemente entre as forças pró-Kadhafi e os oposicionistas na região de Ajdabiya, um local que fica entre o caminho que leva para a base dos rebeldes em Benghazi. Também diz respeito ao andamento dos bombardeios liderados pela Otan.

Os conflitos na Líbia mostram, mais uma vez na história, que regimes governados sob decisões inflexíveis e singulares, ou seja, ditatoriais, nunca serão estáveis, sempre ficarão sujeitos a revoltas, oposições, guerras e mortes.

Por Daniel Freitas

Egípcios lotam praça Tahrir para pedir julgamento de Mubarak

                                                                     

                                                                          08/04/2011 11h27 - Atualizado em 08/04/2011 13h40

Ex-presidente que renunciou continua em balneário no Mar Vermelho.
Manifestantes querem que ele seja julgado por corrupção.

Milhares de manifestantes reuniram-se nesta sexta-feira (8) na simbólica Praça Tahrir do Cairo para reclamar que o deposto presidente Hosni Mubarak e outros membros de seu regime sejam julgados no Egito. A manifestação, intitulada "Jornada de processo e purificação" por seus organizadores, ocorre quase dois meses depois da saída de Mubarak, em 11 de fevereiro, sob pressão de uma revolta popular.

Apesar de frequentemente serem realizadas manifestações em Tahrir desde a renúncia de Mubarak e a tomada de poder pelo exército, este ato tem especial importância devido à convocação por parte da Irmandade Muçulmana, além das habituais organizações de jovens.

Egípcios protestam na praça Tahrir, no Cairo, nesta sexta-feira (8).Mubarak se encontra restrito a sua residência na estação balneária egípcia de Sharm el Sheikh, no Mar Vermelho. O ex-presidente, sua esposa Suzanne e seus dois filhos, Alaa e Gamal, têm seus bens congelados e sua fortuna é investigada, apesar de não terem sido ainda mandados a julgamento.

Fonte:
http://g1.globo.com/revolta-arabe/noticia/2011/04/egipcios-lotam-praca-tahrir-para-pedir-julgamento-de-mubarak.html


RESENHA DA NOTÍCIA:
                                        Redes sociais

Mesmo após a renuncia do ex-presidente, Hosni Mumbarak, os revoltos egípcios não estão satisfeitos e pedem o julgamento da sua péssima conduta do país. As revoltas no egípcio são reflexos de uma onda de insatisfações populares que vêm tomando o norte da África nos países de regime ditatorial.

A pergunta é: como povos que passaram a se acostumar sob a ditadura de seus governantes, de uma hora pra outra, se rebelaram com tanta frequência e organização?

O interessante para responder essa pergunta, é que pode ser feito em apenas um casal de palavras: Redes Sociais. Por incrível que pareça, os primeiros indícios de insatisfação vieram através das redes sociais, e a partir delas houve a percepção do potencial que existia no grande grupo de pessoas com os mesmos interesses. Dada a percepção começou-se a organização das manifestações. No Egito, os manifestos foram tão bem montados que o ex-presidente renunciou em pouco tempo.

A notícia acima mostra que, agora que o povo percebeu o poder que detém, está procurando por justiça, direitos e tratamentos cabíveis tanto para eles quanto para aqueles que merecem julgamento, e todas essas pessoas reunidas na praça Tahrir, além da combinação boca-a-boca, utilizaram também dos meios de comunicação globais para se organizarem.

Por Daniel Freitas